Com o novo Terminal Portuário de Outeiro totalmente requalificado, a Companhia Docas do Pará (CDP) reforça o papel estratégico do Estado na realização da COP30 e orienta o público sobre como apreciar e registrar, com segurança, os navios de cruzeiro que funcionam como hotéis flutuantes durante o evento.
A estrutura, localizada na Ilha de Outeiro, em Belém, foi modernizada para receber embarcações de grande porte, com calado entre 14 e 18 metros, e passou a contar com um píer ampliado de 716 metros, sistemas elétricos renovados e novos equipamentos de operação.
Durante a conferência, dois transatlânticos de grande porte estão atracados no Porto de Outeiro, abrigando milhares de participantes e reforçando a vocação turística e logística da Amazônia. No entanto, a CDP ressalta que o porto é uma área de acesso restrito ao público, por razões de segurança e de controle operacional. Dessa forma, não é permitido o ingresso de visitantes, fotógrafos ou curiosos nas dependências do terminal.
Para os amantes da fotografia, no entanto, há alternativas seguras e de fácil acesso para registrar os “gigantes marítimos” que marcam presença na COP30. A Companhia indica dois locais privilegiados: a Orla de Icoaraci e a Praia da Brasília, na própria Ilha de Outeiro.
A Orla de Icoaraci, situada a cerca de 20 quilômetros do centro de Belém, oferece uma vista ampla da Baía do Guajará — principal rota de aproximação dos navios que chegam ao Porto de Outeiro. O espaço público dispõe de calçadão, iluminação moderna e áreas de convivência, ideais para observar as embarcações durante o pôr do sol ou à noite, quando as luzes dos navios refletem sobre as águas da baía. O acesso pode ser feito por transporte público, táxi, aplicativos ou veículo próprio, seguindo pela Rodovia Augusto Montenegro até o distrito de Icoaraci.
Já a Praia da Brasília, um dos cartões-postais da Ilha de Outeiro, é outro ponto estratégico para acompanhar a movimentação portuária. De lá, é possível observar as embarcações ancoradas ou em manobra de aproximação, tendo como cenário o encontro das águas do rio com o mar. O acesso é feito pela nova ponte de ligação entre o continente e a ilha, inaugurada em 2025, que reduziu significativamente o tempo de deslocamento entre Belém e Outeiro.
A Companhia Docas do Pará orienta que as fotos sejam feitas de áreas públicas e seguras, sem tentar ultrapassar barreiras de segurança ou adentrar zonas operacionais. O uso de lentes com zoom moderado ou grande angular é recomendado para capturar as embarcações à distância, aproveitando a paisagem amazônica e a iluminação natural do amanhecer ou do entardecer.
Além de contribuir para o registro histórico da COP30, as imagens feitas de forma responsável ajudam a valorizar a integração entre o porto, a cidade e o meio ambiente. A CDP reforça que o Porto de Outeiro é um patrimônio estratégico da infraestrutura logística paraense e que sua modernização representa um legado para o turismo, o comércio exterior e o desenvolvimento sustentável da região.
Com as melhorias implantadas e o funcionamento intensificado durante a conferência, o terminal reforça o compromisso da Companhia Docas do Pará com a segurança, a eficiência e a valorização do território amazônico — uma janela aberta para o mundo em plena COP30.

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