CDP consolida protagonismo ao receber embarcações tecnológicas e iniciativas socioambientais durante a COP30

Durante a COP30 (Conferência do Clima das Nações Unidas) a Companhia Docas do Pará (CDP) reafirmou seu papel estratégico para a infraestrutura logística da Amazônia ao garantir acolhimento, segurança e excelência operacional para embarcações nacionais e internacionais que atracaram nos portos de Belém ao longo do evento.

As manifestações públicas de empresas, pesquisadores e instituições socioambientais reforçam como a atuação da CDP foi determinante para transformar a frente ribeirinha da capital paraense em uma vitrine global de inovação, sustentabilidade e diversidade cultural.

O Porto de Belém ganhou destaque especial ao receber navios com tecnologias de ponta ligados à transição energética. Andrew Hoare, Chefe de Sistemas Marítimos e Navegação Verde da Fortescue, afirmou que a experiência no porto foi a melhor de toda a Globo Advocacy Tour 2025 realizada pela empresa ao longo do ano.

“Eles nos deram um acesso maravilhoso ao que eu diria ser o melhor lugar que visitamos na nossa tour global. Foi simplesmente a melhor experiência”, destacou Hoare, agradecendo à CDP pela organização e receptividade.

A relevância da infraestrutura portuária da CDP também foi ressaltada por Davi Lopes, doutor em planejamento energético e responsável pelos negócios de hidrogênio da GWM na América Latina. Representando a empresa, que investe na produção de soluções de hidrogênio e energias renováveis no Brasil, ele reforçou a importância da CDP para a demonstração dessas tecnologias ao público da COP30.

“Agradeço imensamente à Companhia Docas do Pará por nos ter permitido o acesso do barco aqui nas docas, para mostrar à população, aos políticos e a todos que quiseram conhecer as tecnologias de hidrogênio e as soluções da Náutica e da JAC. É uma oportunidade única de mostrar ao mundo que somos capazes de produzir tecnologia de ponta aqui no Brasil”, afirmou Lopes.

No campo socioambiental, a CDP se tornou também um refúgio seguro para projetos que conectam ciência, comunidades tradicionais e ação climática. Virgílio Viana, superintendente-geral da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), que lidera o projeto Banzeiro da Esperança, destacou o simbolismo de ancorar a iniciativa na Estação das Docas.

“A Companhia Docas do Pará nos deu o privilégio de estarmos ancorados junto ao Armazém 3, um cartão-postal de Belém e da Amazônia. É um espaço que inspira contato com o rio, com a floresta e com a cultura paraense”, afirmou.

O projeto Banzeiro da Esperança mobilizou mais de 1.900 comunidades da Amazônia — indígenas, ribeirinhas, quilombolas e extrativistas — em uma grande jornada de capacitação, escuta qualificada e formulação de propostas de adaptação climática apresentadas oficialmente à presidência da COP30.

Ao proporcionar condições ideais para a chegada de embarcações tecnológicas, projetos sociais e delegações de diversos países, a Companhia Docas do Pará demonstrou sua capacidade de unir logística portuária, inovação e compromisso socioambiental. Durante a COP30, os portos administrados pela CDP tornaram-se pontos de encontro entre ciência, tecnologia, cultura e esperança — reforçando o papel da instituição como elo essencial entre a Amazônia e o mundo.

150 150 Tayna Horiguchi

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