Categoria: INFORMATIVO CDP

  • Concurso da CDP: inscrições terminam nesta quinta-feira (13)

    Concurso da CDP: inscrições terminam nesta quinta-feira (13)

    Certame oferece 33 vagas para níveis médio, técnico e superior, com salários de até R$ 6.985,76; candidatos devem ficar atentos ao prazo final

    Termina nesta quinta-feira o prazo para inscrição no concurso público da Companhia Docas do Pará (CDP). Os interessados em participar do certame devem realizar a inscrição pelo site do Instituto Consulpam, banca organizadora, até às 23h59 do dia 13 de agosto.

    Ao todo, o concurso oferece 33 vagas imediatas, além de formação de cadastro de reserva, para empregos de níveis médio, médio técnico e superior. As oportunidades estão distribuídas entre os cargos de Analista Portuário, Técnico Portuário e Guarda Portuário.

    Os salários iniciais variam conforme o cargo. Para Técnico Portuário, o salário é de R$ 2.758,38. Para Analista Portuário, o salário inicial chega a R$ 6.985,76. Já para Guarda Portuário, o valor base é de R$ 2.481,95.

    Além dos salários, os empregados terão acesso a benefícios previstos em Acordo Coletivo de Trabalho ou Regulamento de Pessoal, entre eles plano de saúde, plano odontológico, seguro de vida, vale-transporte e vale-alimentação.

    Taxas de inscrição

    Os valores da taxa variam de acordo com o cargo escolhido:

    Técnico Portuário: R$ 70;
    Analista Portuário: R$ 100;
    Guarda Portuário: R$ 120.

    O boleto da inscrição deve ser pago até 14 de agosto.  Os candidatos que solicitaram a isenção da taxa de inscrição tiveram o resultado definitivo dos pedidos divulgado no dia 24 de julho, conforme o cronograma do edital.

    Áreas e oportunidades

    O cargo de Analista Portuário contempla diferentes áreas de formação e atuação, incluindo Administração, Arquitetura, Auditoria Interna, Comunicação Social, Contabilidade, Direito, Tecnologia da Informação, Gestão de Pessoas, Gestão Financeira, Gestão Portuária, Meio Ambiente, Psicologia Organizacional e do Trabalho e Segurança da Informação, entre outras.

    As vagas poderão ser destinadas às diferentes unidades portuárias administradas pela Companhia Docas do Pará, conforme o interesse e a necessidade da empresa, observadas as condições orçamentárias e financeiras.

    Provas

    As provas objetivas e discursivas estão previstas para setembro. Para os cargos de nível médio e superior, as avaliações serão aplicadas nos dias 6 e 13 de setembro, conforme o cronograma específico de cada edital, nas cidades de Belém e Santarém.

    Com o encerramento das inscrições nesta quinta-feira, os candidatos devem ficar atentos às próximas etapas e às publicações da banca organizadora.

    Serviço:

    Banca organizadora: Instituto Consulpam
    Inscrições : até 13 de agosto de 2026
    Taxas : R$ 70 a R$ 120
    Provas : 6 e 13 de setembro de 2026
    Site : www.consulpam.com.br

  • Companhia Docas do Pará abre concurso público com 33 vagas para níveis médio e superior

    Companhia Docas do Pará abre concurso público com 33 vagas para níveis médio e superior

    A Companhia Docas do Pará (CDP) publicou os editais do Concurso Público CDP 2026, destinado ao provimento inicial de empregos públicos de níveis médio, técnico e superior, além da formação de cadastro de reserva para futuras oportunidades dentro do prazo de validade do certame.Ao todo, são ofertadas 33 vagas distribuídas entre os empregos de Analista Portuário (nível superior), Técnico Portuário (nível médio e médio técnico) e Guarda Portuário (nível médio). O concurso será realizado pelo Instituto Consulpam, instituição responsável pela organização e execução das etapas do processo seletivo.

    A realização do concurso atende à necessidade de recomposição do quadro de empregados efetivos da Companhia, considerando o déficit de pessoal identificado pela empresa e a necessidade de fortalecimento das equipes que atuam nas unidades portuárias administradas pela CDP.

    Os aprovados poderão ser lotados em qualquer uma das unidades portuárias da Companhia Docas do Pará, conforme o interesse e a necessidade da empresa, observadas as condições orçamentárias e financeiras.

    Oportunidades e Salário

    As vagas contemplam diferentes áreas de atuação. Para os cargos de nível médio e técnico, o salário inicial é de R$ 2.758,38, acrescida de benefícios previstos em Acordo Coletivo de Trabalho ou Regulamento de Pessoal, como plano de saúde, plano odontológico, seguro de vida, vale-transporte e vale-alimentação.

    Já para os cargos de Analista Portuário, de nível superior, o salário inicial é de R$ 6.985,76, também com benefícios como plano de saúde, plano odontológico, seguro de vida, vale-transporte e vale-alimentação.

    Entre as áreas contempladas estão Administração, Arquitetura, Auditoria Interna, Comunicação Social, Contabilidade, Tecnologia da Informação, Gestão de Pessoas, Gestão Financeira, Gestão Portuária, Meio Ambiente, Psicologia Organizacional e do Trabalho, Segurança da Informação, entre outras.

    O concurso também contempla o cargo de Guarda Portuário, com salário inicial de R$ 2.481,95, além dos benefícios previstos pela Companhia.

    Concurso fortalece atuação da CDP

    Para o Diretor-Presidente da Companhia Docas do Pará, Jardel Silva, a realização do concurso representa um avanço importante para garantir a continuidade e o aprimoramento das atividades desenvolvidas pela empresa.

    “A realização deste concurso público demonstra o nosso compromisso com o planejamento, valorização das pessoas e a sustentabilidade da Companhia Docas do Pará. Após sete anos desde o último concurso realizado pela CDP, vamos promover a recomposição do nosso quadro de empregados efetivos, trazendo novos profissionais para contribuir com a modernização, a eficiência e o fortalecimento das nossas operações portuárias. A chegada desses novos colaboradores será fundamental para seguirmos avançando na prestação de serviços e no desenvolvimento do setor portuário do Pará”.

    Inscrições e etapas

    As inscrições estarão abertas no período de 3 de julho a 13 de agosto de 2026, conforme os editais publicados pela Companhia, publicados no Diário Oficial da União e podem ser realizadas no site da Banca Organizadora do certame, custando entre R$ 70 e R$ 120.

     As provas objetivas e discursivas serão realizadas em setembro de 2026. Para os cargos de nível médio e superior, as avaliações ocorrerão nos dias 6 e 13 de setembro, conforme o cronograma específico de cada edital.

    Para acessar os editais, clique aqui: https://www.cdp.com.br/companhia-docas-do-para/acesso-a-informacao/concursos-publicos/

    Serviço: 

    Banca organizadora: Instituto Consulpam
    Valor da taxa de inscrição:
    Técnico Portuário –  R$ 70,00
    Analista Portuário –  R$ 100,00
    Guarda Portuário –  R$ 120,00

    Site oficial para inscrição –  www.consulpam.com.br
    Período para solicitação de isenção da taxa – 06/07/2026 à  07/07/2026
    Canais de atendimento ao candidato(a): www.consulpam.com.br
    Telefones: (85) 3224.9369 / 3239.4402
    WhatsApp: (85) 99857.0197
    e-mail: contato@consulpam.com.br

  • Sustentabilidade portuária e cooperação institucional marcam encontro em Santarém

    Sustentabilidade portuária e cooperação institucional marcam encontro em Santarém

    A busca por um desenvolvimento portuário cada vez mais sustentável e integrado reuniu representantes de instituições públicas e privadas, autoridades reguladoras, operadores portuários e especialistas durante o evento “Sustentabilidade Portuária e Integração Institucional”, promovido pela Companhia Docas do Pará (CDP) nos dias 11 e 12 de junho, em Santarém.

    Realizado no auditório do Hotel London Santarém, o encontro proporcionou dois dias de debates, palestras e troca de experiências sobre governança ambiental, mudanças climáticas, segurança do trabalho, relação porto-cidade e desenvolvimento sustentável.

    O gerente de Meio Ambiente da CDP, Samir Bestene, destacou que o principal objetivo da iniciativa foi fortalecer o diálogo entre os diversos atores que atuam na atividade portuária.

    “O principal objetivo foi alcançado: trocar experiências entre os diversos atores, tanto do setor privado quanto do setor público. A Companhia Docas integra esse contexto da rotina portuária e escolheu Santarém para tratar um tema tão importante quanto o desenvolvimento sustentável da população, o respeito ao meio ambiente, às normas ambientais e o desenvolvimento econômico”, afirmou.

    Para a analista portuária e de Meio Ambiente da CDP, Cristiane Andrade, um dos principais resultados dos dois dias de programação foi a integração entre os diferentes setores envolvidos na atividade portuária.

    “Foram dois dias muito intensos de imersão na área de sustentabilidade e na relação porto-cidade. Conseguimos tratar de meio ambiente, economia e também das pessoas, que são o que realmente importa. O mais importante foi reunir vários entes que trouxeram suas experiências. O porto faz parte de uma engrenagem e cada ator tem sua importância. Precisamos fortalecer essa relação para alcançar melhores resultados para a economia, para o meio ambiente e para as comunidades do entorno dos nossos empreendimentos”, ressaltou.

    Cristiane também destacou o papel da CDP na articulação desse diálogo institucional. “A CDP precisa provocar esses encontros para promover um desenvolvimento cada vez melhor. Tivemos a participação da prefeitura, operadores portuários, arrendatários e colaboradores da companhia. Conseguimos reunir todos esses atores e promover uma troca muito importante ao longo desses dois dias”, completou.

    O administrador do Porto de Santarém, Francisco Sousa, enfatizou a importância do compartilhamento de conhecimento entre os participantes.

    “Foi um resultado muito importante, em que os órgãos intervenientes, operadores e arrendatários puderam debater sobre sustentabilidade. A CDP ganha muito ao proporcionar conhecimento, aprendizado e troca de experiências com todos os seus clientes e parceiros. Esse evento fortalece nossa companhia e contribui para que todos aqueles que utilizam o porto no dia a dia possam atuar de forma mais integrada e sustentável”, afirmou.

    A relevância da pauta ambiental para a região amazônica também foi destacada pelo chefe da divisão regional da ANTAQ, em Santarém, Diego Barra.

    “Estamos em uma região que respira biodiversidade e natureza. O porto está inserido nesse cenário e precisa existir, mas também precisa adotar todos os cuidados necessários para minimizar impactos ambientais e sociais. A relação entre porto, cidade e meio ambiente deve acontecer de forma equilibrada e sustentável”, observou.

    Representando a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade do Pará, o diretor de Licenciamento Ambiental, Marcelo Moreno, destacou o papel do Estado na regulação e acompanhamento das atividades portuárias.

    “Hoje a secretaria atua no licenciamento, monitoramento e fiscalização do setor portuário, sempre considerando as questões ligadas à sustentabilidade e ao meio ambiente. Dessa forma, o Estado contribui tanto para regular quanto para potencializar o desenvolvimento desse importante setor econômico”, explicou.

    Ao longo dos dois dias, especialistas e representantes de diversas instituições discutiram temas estratégicos para o futuro da atividade portuária na Amazônia, reforçando a necessidade de alinhar crescimento econômico, responsabilidade ambiental e bem-estar das comunidades.

    Ao final do encontro, a principal mensagem compartilhada pelos participantes foi a de que a sustentabilidade portuária depende da atuação conjunta de todos os envolvidos. A integração institucional, o diálogo permanente e a troca de experiências foram apontados como caminhos fundamentais para garantir o desenvolvimento sustentável dos portos paraenses e da região amazônica.

  • Drones irão reforçar segurança nos portos do Pará

    Drones irão reforçar segurança nos portos do Pará

    A modernização das operações portuárias passa, cada vez mais, pela integração entre tecnologia, inteligência e capacitação profissional. Seguindo essa tendência, a Companhia Docas do Pará concluiu mais uma etapa importante de seu processo de modernização ao promover o Curso de Formação de Instrutores de Pilotos de Drones voltado aos integrantes da guarda portuária.

    O treinamento habilita os agentes não apenas a operar aeronaves remotamente pilotadas (RPAs), mas também a atuar como multiplicadores do conhecimento dentro da própria Companhia, fortalecendo a autonomia operacional da guarda portuária em todos os portos administrados pela CDP.

    Segundo o guarda portuário Fernando Lisboa, a incorporação da tecnologia ao trabalho de segurança é essencial diante dos desafios atuais enfrentados nos portos.

    “A tecnologia tem que ser aliada à segurança. Nós, como guardas portuários, estamos aqui no último obstáculo de qualquer ilegalidade. Então, esse aporte para a guarda portuária, com o drone, aumentando também a questão tecnológica, é muito importante para que a gente possa combater toda e qualquer ameaça”, afirmou.

    Lotado no porto de Itaituba, no sudoeste paraense, Fernando também destacou a importância da integração entre as unidades da CDP por meio das capacitações.

    “É uma alegria dobrada. A CDP faz todo o esforço de conseguir alcançar todos os portos. Isso é muito importante, essa integração. Eu posso levar também para o porto de Itaituba para que todos os portos, de maneira sinérgica, possam acrescentar na parte tecnológica e agora, especificamente, dos drones”, ressaltou.

    Com quase três décadas de experiência na guarda portuária, Francisco Martins, trabalha em um dos portos mais movimentados da região Norte, o Porto de Santarém. Ele destacou a evolução tecnológica vivenciada ao longo da carreira e o impacto dos drones na atuação preventiva da segurança portuária.

    “Não é só para aprender a pilotar. Nós estamos fazendo um curso de instrutores. Estamos aprendendo a pilotar e nos capacitando para transmitir o conhecimento aos demais colegas. É uma atividade que vai enriquecer muito o trabalho da guarda portuária, trazendo-nos mais recursos para trabalhar de modo preventivo e antecipando-nos a possíveis riscos operacionais e de segurança”, explicou.

    Para o gerente da guarda portuária da CDP, Jonathan Leal, a formação de instrutores representa um passo estratégico para consolidar o uso dos drones em todas as unidades portuárias da companhia.

    “A importância desse curso está em formar multiplicadores dentro da guarda portuária. Todos os portos terão seus multiplicadores. O drone hoje é uma ferramenta importantíssima dentro da segurança portuária. Nós vamos implementar as rondas também via drone em todos os portos da Companhia Docas do Pará”, afirmou.

    Leal também ressaltou que a aproximação entre segurança e tecnologia faz parte de uma política contínua de investimentos da companhia.

    “A CDP vem investindo em segurança e tecnologia. Temos vários processos trazendo a temática da inteligência artificial e dos equipamentos tecnológicos para que a segurança da companhia e dos nossos clientes seja a mais eficiente possível”, completou.

    Responsável pela condução da capacitação, o diretor de treinamento da ABRAPAM K9, Erasmo Gomes, destacou que o objetivo principal do curso é preparar agentes aptos a disseminar o uso da tecnologia dentro da instituição.

    “O nosso objetivo é formar multiplicadores dentro da CDP para que outros colaboradores possam aprender a usar essa tecnologia. O drone hoje, sem dúvida nenhuma, é uma das principais ferramentas auxiliares das forças de segurança”, explicou.

    Segundo Gomes, a tecnologia amplia significativamente a capacidade operacional das equipes.

    “Com essa tecnologia, você consegue ter muito mais amplitude em buscas e operações, identificar pontos de vulnerabilidade e verificar se todas as normas de segurança estão sendo seguidas dentro das operações portuárias”, afirmou.

    Com a conclusão do treinamento, a tendência é que o uso de drones se consolide como ferramenta permanente de apoio às operações portuárias da CDP, ampliando os padrões de segurança, eficiência operacional e inovação nos portos paraenses.

  • CDP fortalece fiscalização portuária com manual em parceria com a ANTAQ

    CDP fortalece fiscalização portuária com manual em parceria com a ANTAQ

    A Companhia Docas do Pará (CDP) avança no fortalecimento da fiscalização portuária com a divulgação do Manual de Fiscalização Portuária Conjunta, elaborado em parceria com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ). A iniciativa tem como objetivo padronizar procedimentos, reduzir inconformidades e elevar a eficiência das operações nos portos administrados pela Companhia.

    A ação é direcionada aos profissionais que atuam diretamente na fiscalização, ampliando o alcance do instrumento considerado estratégico para a melhoria contínua dos serviços portuários. Após passar pelo Porto de Belém e pelos Terminais de Miramar e Outeiro, a programação chegou ao Porto de Vila do Conde, em Barcarena, neste mês de maio. A próxima etapa ocorrerá no Porto de Santarém.

    Com 40 anos de atuação na CDP, o técnico portuário Manoel Maurandir ressaltou o impacto prático do manual na rotina das operações e destacou o caráter orientativo da iniciativa. “Nós ficamos lisonjeados com essa iniciativa da CDP de criar esse sistema a nível nacional, que vai dar maior subsídio para orientarmos os operadores portuários, para que eles se adequem melhor às instalações portuárias”, afirmou.

    Ele também enfatizou a importância da comunicação com os usuários como ferramenta para evitar sanções e fortalecer a parceria dentro do ambiente portuário. “É muito bom saber que a CDP hoje tem esse veículo de comunicação que leva aos usuários quais são os procedimentos que eles têm que ter dentro do porto. Para que possamos não apenas notificar, mas sim orientar, para que eles caminhem em parceria com a gente”, completou.

    Pela ANTAQ, o Gerente Regional em Belém, Cleydson Silva, destacou que o manual representa um avanço na integração entre regulação e operação. “Estamos aqui no Porto de Vila do Conde para apresentar o manual de fiscalização conjunta da ANTAQ e CDP. Essa iniciativa visa melhorar a fiscalização das operações portuárias, de modo que diminua a quantidade de não conformidades e infrações e haja uma melhor eficiência nos serviços”, explicou.

    Segundo ele, a presença da agência reguladora no processo reforça a busca por um serviço mais adequado e seguro. “A importância de trazer essa regulamentação para os portos do Pará é melhorar o serviço prestado pelos operadores e arrendatários. Esperamos maior segurança nas operações, redução de tempos ociosos e um aumento no nível de fiscalização em cooperação com a autoridade portuária”, destacou.

    Já o Gerente de Relações Comerciais e Gestão de Contratos da CDP, Renan Maia, detalhou o conteúdo do manual e seu papel estratégico. “Esse manual reúne as principais inconformidades encontradas na atividade portuária e as infrações que podem ser aplicadas na rotina do porto. É de extrema relevância que nossos colaboradores estejam empenhados com esse instrumento”, afirmou.

    Ele reforçou que a iniciativa está diretamente ligada à melhoria dos serviços. “Com isso, a gente consegue melhorar a prestação e a qualidade do serviço, além de elevar a eficiência das operações”, completou.

    A divulgação do Manual de Fiscalização Portuária Conjunta consolida uma atuação mais integrada entre CDP e ANTAQ, com foco na orientação, prevenção de irregularidades e aprimoramento contínuo das operações nos portos paraenses.

  • CDP entrega novos uniformes para a Guarda Portuária e reforça valorização da corporação

    CDP entrega novos uniformes para a Guarda Portuária e reforça valorização da corporação

    A Companhia Docas do Pará (CDP) realizou a entrega de mais de 150 novos kits de uniformes para os integrantes da Guarda Portuária, marcando um momento de valorização institucional e modernização da estrutura de segurança nos portos administrados pela companhia. A iniciativa contempla equipamentos mais modernos, confortáveis e alinhados ao padrão nacional adotado para a corporação.

    Durante a cerimônia de entrega, o diretor-presidente da CDP, Jardel Rodrigues, destacou a importância do investimento para melhorar as condições de trabalho dos agentes que atuam na segurança portuária. Segundo ele, a entrega representa um avanço significativo para a instituição e para os profissionais que atuam diariamente no controle e proteção das áreas portuárias.

    “Hoje é um dia de alegria para a Companhia Docas. Estamos entregando mais de 150 kits de uniforme para os nossos guardas portuários, com botina nova, calça, camisa, coldre, mochila e boné, tudo com a mais alta tecnologia e muito conforto para que eles possam desempenhar suas funções da melhor maneira”, afirmou.

    Além dos equipamentos destinados à guarda, a CDP também realizou a entrega de uniformes para equipes do setor operacional da companhia.

    De acordo com o gerente da Guarda Portuária, Jhonatan Leal, os novos uniformes trazem materiais mais resistentes e equipamentos de maior qualidade, voltados para o desempenho das atividades de segurança. Entre os itens distribuídos estão coldres de padrão bélico, coletes produzidos com Cordura 1000, além de botas especializadas para uso profissional na área de segurança.

    “O novo uniforme vem com mais tecnologia e equipamentos de maior qualidade. Estamos adquirindo coldre bélico, colete com Cordura mil e botas de alto padrão para garantir mais conforto e segurança para o serviço da guarda portuária”, explicou.

    Leal também reforçou que a padronização visual ajuda a fortalecer a imagem institucional e a percepção de segurança nas áreas portuárias.“A guarda portuária é o cartão de visita para quem chega ao porto. Nada melhor do que encontrar um agente bem uniformizado, preparado para atender com profissionalismo e segurança”, destacou.

    Reconhecimento e valorização da categoria

    Para os guardas portuários, a entrega representa mais do que apenas a renovação visual da corporação. A guarda Yara Costa destacou que o novo uniforme fortalece a identidade institucional e demonstra reconhecimento pelo trabalho realizado.

    “Receber os novos uniformes representa muito mais do que uma mudança visual. Representa reconhecimento, valorização e o fortalecimento da nossa identidade como guarda portuária”, afirmou.

    A guarda Eurly Dutra, que atua há quase uma década na companhia, também ressaltou a importância simbólica da cerimônia de entrega.

    “Vou completar 10 anos na companhia e é a primeira vez que temos uma entrega dessa forma. A presença do presidente aqui, próximo da gente, representa reconhecimento. É muito gratificante”, disse.

    O guarda Fábio Lisboa, com 11 anos de atuação na corporação, reforçou a importância da entrega e do evento semelhante da companhia, algo inédito desde que ingressou a corporação

    “Nós nunca tivemos um evento de entrega de uniformes como esse. É muito gratificante porque representa o reconhecimento pelos nossos esforços e pela importância do nosso trabalho”, declarou.

    Segurança e imagem institucional

    Além de melhorar o conforto e a funcionalidade para os profissionais, os novos uniformes também reforçam a identificação da Guarda Portuária para quem circula nos portos administrados pela CDP.

    Com a iniciativa, a Companhia Docas do Pará reforça a política de valorização dos servidores e modernização da estrutura de segurança portuária, garantindo melhores condições de trabalho para os agentes e mais eficiência no controle das áreas sob sua administração.

  • CDP celebra fim de ano com confraternização e balanço de resultados

    CDP celebra fim de ano com confraternização e balanço de resultados

    A Companhia Docas do Pará (CDP) realizou a confraternização de fim de ano que reuniu trabalhadores de diferentes áreas da empresa em um momento de integração, reconhecimento e balanço das atividades desenvolvidas ao longo de 2025. O encontro contou com ampla participação dos empregados e a presença da diretoria, marcando o encerramento de mais um ciclo de desafios e avanços institucionais.

    Ao se dirigir aos trabalhadores, o diretor-presidente da CDP, Jardel Silva, agradeceu a presença dos empregados e destacou o esforço coletivo ao longo do ano. “Mais um ano de Companhia Docas, mais um ano que a gente encerra com os nossos resultados, com tantos desafios que a gente teve pela frente, mas eu enxergo que a gente teve muito mais resultados do que os anos anteriores”, afirmou. Jardel ressaltou ainda o comprometimento diário das equipes e da diretoria com o fortalecimento da empresa. “Cada um de vocês se entrega todo dia para que os nossos projetos e desafios se concretizem”, disse, ao destacar o papel dos diretores Rosândela Barbosa e Samuel Rocha na condução da companhia.

    A diretora de Gestão Portuária da CDP, Rosândela Barbosa, enfatizou que o momento foi de celebração não apenas dos resultados, mas também dos desafios enfrentados ao longo do ano. “Até os desafios são merecedores de celebração, porque é nos desafios que a gente sempre cresce, é nos desafios que a gente sempre aprende”, destacou. Ela ressaltou o aprendizado proporcionado pela convivência com as equipes da companhia. “Dirigir uma equipe grandiosa como essa é um desafio, mas também uma grande oportunidade. Vocês têm me ensinado muito”, afirmou, ao agradecer a confiança da presidência e o empenho dos trabalhadores. “Cada um tem muito a contribuir com a CDP, e vocês demonstram isso diariamente através dos resultados que a gente tem obtido.”

    Já o diretor administrativo-financeiro, Samuel Rocha, lembrou que o ano foi marcado por desafios e conquistas relevantes, com destaque para a conclusão das obras do Terminal Portuário de Outeiro. “Uma conquista fantástica que nós tivemos este ano foi a conclusão de uma obra espetacular, que possibilitou agora uma alavancagem na nossa movimentação e nas atracações”, afirmou.

    Segundo ele, o terminal se consolida como um case de sucesso e evidencia a capacidade técnica da equipe da CDP. “Essa empresa é constituída por homens e mulheres extremamente capacitados e preparados. Quando nós queremos, nós alcançamos”, declarou.

    Samuel também destacou o espírito de união entre os diferentes setores da companhia. “Nós estamos compartimentados em supervisões, gerências e diretorias, mas somos um time só, administrativo e operacional, desempenhando esse trabalho com sucesso todos os dias”, completou.

    A confraternização reforçou o reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelos empregados da CDP ao longo do ano e o compromisso institucional com a valorização das equipes. Ao final do encontro, a diretoria desejou boas festas, um Feliz Natal e um novo ano de continuidade dos esforços e avanços para a companhia.

  • Segurança e integração marcam operação no novo Porto de Outeiro durante a COP30

    A operação de segurança no novo Porto de Outeiro, da Companhia Docas do Pará (CDP), um dos pontos estratégicos da logística da COP30 em Belém, tem mobilizado uma força-tarefa integrada entre órgãos federais, estaduais e municipais. A presença de equipes especializadas, tecnologia e reforço no policiamento tem garantido um controle rigoroso de acesso e a proteção de delegações, cargas e estruturas essenciais ao evento.

    Entre os destaques da operação está o emprego de cães farejadores da Polícia Federal, que atuam diariamente no terminal. Segundo um policial federal responsável pela operação, três cães trabalham em regime de revezamento na detecção de armas e entorpecentes — incluindo drogas naturais e substâncias sintéticas.
    “Esse trabalho faz parte de todo um planejamento de segurança feito para a COP30, que inclui os órgãos federais, estaduais e municipais, que juntamente com a Guarda Portuária têm desempenhado o papel de segurança nesse porto tão importante para a conferência”, explicou.

    O gerente da Guarda Portuária da Companhia Docas do Pará (CDP), Jhonatan Leal, destacou que a vigilância é contínua, com equipes atuando em regime 24 horas. Ele reforçou que o porto segue integralmente o SPS Code, norma internacional que disciplina medidas de segurança para instalações portuárias.
    “A Guarda Portuária tem feito todo o serviço de controle de acesso, e é importante ressaltar que a Polícia Federal, juntamente com os grupos táticos da Polícia, do NEPOM (Núcleo Especial de Polícia Marítima) e da SEGUP (Secretaria de Segurança Publica e Defesa Social do Pará), tem trabalhado conosco para realizar esse importante trabalho”, afirmou.

    O Porto de Outeiro, recém-estruturado para apoiar a logística do evento, tornou-se um ponto-chave no fluxo de equipamentos, cargas e delegações, exigindo um esquema de segurança robusto e coordenado. A atuação conjunta entre as forças de segurança reforça o compromisso do Brasil em garantir a tranquilidade e a integridade da COP30, considerada a maior conferência climática já realizada na Amazônia.

  • CDP consolida protagonismo ao receber embarcações tecnológicas e iniciativas socioambientais durante a COP30

    Durante a COP30 (Conferência do Clima das Nações Unidas) a Companhia Docas do Pará (CDP) reafirmou seu papel estratégico para a infraestrutura logística da Amazônia ao garantir acolhimento, segurança e excelência operacional para embarcações nacionais e internacionais que atracaram nos portos de Belém ao longo do evento.

    As manifestações públicas de empresas, pesquisadores e instituições socioambientais reforçam como a atuação da CDP foi determinante para transformar a frente ribeirinha da capital paraense em uma vitrine global de inovação, sustentabilidade e diversidade cultural.

    O Porto de Belém ganhou destaque especial ao receber navios com tecnologias de ponta ligados à transição energética. Andrew Hoare, Chefe de Sistemas Marítimos e Navegação Verde da Fortescue, afirmou que a experiência no porto foi a melhor de toda a Globo Advocacy Tour 2025 realizada pela empresa ao longo do ano.

    “Eles nos deram um acesso maravilhoso ao que eu diria ser o melhor lugar que visitamos na nossa tour global. Foi simplesmente a melhor experiência”, destacou Hoare, agradecendo à CDP pela organização e receptividade.

    A relevância da infraestrutura portuária da CDP também foi ressaltada por Davi Lopes, doutor em planejamento energético e responsável pelos negócios de hidrogênio da GWM na América Latina. Representando a empresa, que investe na produção de soluções de hidrogênio e energias renováveis no Brasil, ele reforçou a importância da CDP para a demonstração dessas tecnologias ao público da COP30.

    “Agradeço imensamente à Companhia Docas do Pará por nos ter permitido o acesso do barco aqui nas docas, para mostrar à população, aos políticos e a todos que quiseram conhecer as tecnologias de hidrogênio e as soluções da Náutica e da JAC. É uma oportunidade única de mostrar ao mundo que somos capazes de produzir tecnologia de ponta aqui no Brasil”, afirmou Lopes.

    No campo socioambiental, a CDP se tornou também um refúgio seguro para projetos que conectam ciência, comunidades tradicionais e ação climática. Virgílio Viana, superintendente-geral da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), que lidera o projeto Banzeiro da Esperança, destacou o simbolismo de ancorar a iniciativa na Estação das Docas.

    “A Companhia Docas do Pará nos deu o privilégio de estarmos ancorados junto ao Armazém 3, um cartão-postal de Belém e da Amazônia. É um espaço que inspira contato com o rio, com a floresta e com a cultura paraense”, afirmou.

    O projeto Banzeiro da Esperança mobilizou mais de 1.900 comunidades da Amazônia — indígenas, ribeirinhas, quilombolas e extrativistas — em uma grande jornada de capacitação, escuta qualificada e formulação de propostas de adaptação climática apresentadas oficialmente à presidência da COP30.

    Ao proporcionar condições ideais para a chegada de embarcações tecnológicas, projetos sociais e delegações de diversos países, a Companhia Docas do Pará demonstrou sua capacidade de unir logística portuária, inovação e compromisso socioambiental. Durante a COP30, os portos administrados pela CDP tornaram-se pontos de encontro entre ciência, tecnologia, cultura e esperança — reforçando o papel da instituição como elo essencial entre a Amazônia e o mundo.

  • CDP orienta público sobre como fotografar navios, em Outeiro

    CDP orienta público sobre como fotografar navios, em Outeiro

    Com o novo Terminal Portuário de Outeiro totalmente requalificado, a Companhia Docas do Pará (CDP) reforça o papel estratégico do Estado na realização da COP30 e orienta o público sobre como apreciar e registrar, com segurança, os navios de cruzeiro que funcionam como hotéis flutuantes durante o evento.

    A estrutura, localizada na Ilha de Outeiro, em Belém, foi modernizada para receber embarcações de grande porte, com calado entre 14 e 18 metros, e passou a contar com um píer ampliado de 716 metros, sistemas elétricos renovados e novos equipamentos de operação.

    Durante a conferência, dois transatlânticos de grande porte estão atracados no Porto de Outeiro, abrigando milhares de participantes e reforçando a vocação turística e logística da Amazônia. No entanto, a CDP ressalta que o porto é uma área de acesso restrito ao público, por razões de segurança e de controle operacional. Dessa forma, não é permitido o ingresso de visitantes, fotógrafos ou curiosos nas dependências do terminal.

    Para os amantes da fotografia, no entanto, há alternativas seguras e de fácil acesso para registrar os “gigantes marítimos” que marcam presença na COP30. A Companhia indica dois locais privilegiados: a Orla de Icoaraci e a Praia da Brasília, na própria Ilha de Outeiro.

    A Orla de Icoaraci, situada a cerca de 20 quilômetros do centro de Belém, oferece uma vista ampla da Baía do Guajará — principal rota de aproximação dos navios que chegam ao Porto de Outeiro. O espaço público dispõe de calçadão, iluminação moderna e áreas de convivência, ideais para observar as embarcações durante o pôr do sol ou à noite, quando as luzes dos navios refletem sobre as águas da baía. O acesso pode ser feito por transporte público, táxi, aplicativos ou veículo próprio, seguindo pela Rodovia Augusto Montenegro até o distrito de Icoaraci.

    Já a Praia da Brasília, um dos cartões-postais da Ilha de Outeiro, é outro ponto estratégico para acompanhar a movimentação portuária. De lá, é possível observar as embarcações ancoradas ou em manobra de aproximação, tendo como cenário o encontro das águas do rio com o mar. O acesso é feito pela nova ponte de ligação entre o continente e a ilha, inaugurada em 2025, que reduziu significativamente o tempo de deslocamento entre Belém e Outeiro.

    A Companhia Docas do Pará orienta que as fotos sejam feitas de áreas públicas e seguras, sem tentar ultrapassar barreiras de segurança ou adentrar zonas operacionais. O uso de lentes com zoom moderado ou grande angular é recomendado para capturar as embarcações à distância, aproveitando a paisagem amazônica e a iluminação natural do amanhecer ou do entardecer.

    Além de contribuir para o registro histórico da COP30, as imagens feitas de forma responsável ajudam a valorizar a integração entre o porto, a cidade e o meio ambiente. A CDP reforça que o Porto de Outeiro é um patrimônio estratégico da infraestrutura logística paraense e que sua modernização representa um legado para o turismo, o comércio exterior e o desenvolvimento sustentável da região.

    Com as melhorias implantadas e o funcionamento intensificado durante a conferência, o terminal reforça o compromisso da Companhia Docas do Pará com a segurança, a eficiência e a valorização do território amazônico — uma janela aberta para o mundo em plena COP30.

  • Novo Porto de Outeiro recebe transatlânticos que servirão de hospedagem para a COP30

    Novo Porto de Outeiro recebe transatlânticos que servirão de hospedagem para a COP30

    Infraestrutura portuária inédita coloca Belém na rota do turismo náutico internacional, garantindo hospedagem flutuante para delegações da COP30 e amplia a capacidade logística do terminal.

    Um marco histórico para o Estado do Pará e para a capital paraense. Foi assim que autoridades e gestores descreveram a inauguração do novo Porto de Outeiro, que nesta terça-feira (4) recebeu os dois primeiros transatlânticos que servirão de hospedagem flutuante durante a COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em Belém em 2025.

    O empreendimento, executado pela Companhia Docas do Pará (CDP), representa um avanço estrutural e logístico para o estado, ampliando a capacidade portuária e posicionando o Pará na rota do turismo náutico internacional. Para o diretor-presidente da CDP, Jardel Rodrigues, a entrega da obra simboliza um legado duradouro de desenvolvimento econômico e social.

    “É um momento histórico não só para Belém, como para todo o Estado do Pará e, em especial, para a Companhia Docas. Hoje celebramos um marco importante, que é oferecer infraestrutura para receber navios de cruzeiro. Cada transatlântico atracado aqui é uma fábrica de oportunidades, para motoristas, guias turísticos, comerciantes e toda a cadeia de serviços. Essa obra espetacular vai permitir até cinco operações simultâneas, ampliando nossa capacidade de trabalho e receita”, destacou Rodrigues.

    O dirigente ressaltou ainda o empenho das equipes da CDP durante os seis meses de execução do projeto. “Foram meses de muito desafio, mas de grande satisfação. Nenhum obstáculo foi maior que a vontade de entregar essa obra. O sentimento é de dever cumprido”, completou.

    Já o ministro da Casa Civil, Rui Costa, enfatizou o impacto estratégico do novo porto para o desenvolvimento regional e para o sucesso da COP30.
    “A construção desse porto coloca Belém e o Pará na rota do grande turismo náutico, o que antes não era possível por limitações de calado no Porto de Belém. Agora, grandes navios de cruzeiro e também embarcações de carga poderão operar aqui. Isso representa um salto logístico e turístico para a região”, afirmou.

    Durante a visita, o ministro destacou que o trajeto entre o Porto de Outeiro e a área central de Belém é rápido e contará com operação especial de transporte. “Cronometramos o percurso: 33 minutos e 27 segundos até o local da COP. Nos dias do evento, a via expressa do BRT será exclusiva para o transporte dos delegados, garantindo agilidade e conforto”, explicou.

    Rui Costa também reforçou que os investimentos vão muito além do porto. “São cerca de R$ 6 bilhões em obras de saneamento, macrodrenagem, infraestrutura viária, portuária e de mobilidade urbana. A única estrutura temporária será a das instalações específicas da COP, todo o restante ficará como legado permanente para o Pará”, afirmou.

    A operação de recepção dos hóspedes internacionais foi detalhada pela diretora de projetos da Secretaria Extraordinária para a COP30 (SECOP), Gabriela Lima. Segundo ela, toda a logística foi planejada para garantir segurança, conforto e fluidez.

    “Temos equipes de voluntários bilíngues no receptivo, mapas de localização, transporte 24 horas entre o aeroporto, o porto e o local da conferência. Todos os hóspedes passam por vistoria e contam com shuttles, ônibus e vans exclusivos para o deslocamento. A mobilidade está garantida e será um diferencial dessa operação”, explicou.

    Com o novo Porto de Outeiro, Belém se consolida como um dos principais polos logísticos da Amazônia e dá mais um passo na preparação para sediar, pela primeira vez, a maior conferência ambiental do planeta.

  • Porto de Vila do Conde completa 40 anos e consolida liderança logística na Região Norte

    Porto de Vila do Conde completa 40 anos e consolida liderança logística na Região Norte

     

    Com novos investimentos em modernização e integração energética, principal porto da Amazônia reforça seu papel estratégico no desenvolvimento do Pará e do Brasil.

    O Porto de Vila do Conde, localizado no município de Barcarena (PA), administrado pela Companhia Docas do Pará (CDP), celebra em 2025 seus 40 anos de operação, consolidando-se como o principal terminal portuário da Região Norte do Brasil. Com uma estrutura multipropósito, localização estratégica e forte presença de grandes clientes, o porto se tornou referência nacional em movimentação de cargas e vetor de desenvolvimento econômico para o estado do Pará.

    Segundo dados levantados pela CDP, entre janeiro e setembro de 2025, o Porto de Vila do Conde movimentou cerca de 15,3 milhões de toneladas, cerca de 47% de toda a movimentação gerada no mesmo período entre todos os portos administrados pela Companhia. Entre as principais mercadorias que circularam pelo porto estão: alumina, bauxita, soja, soda cáustica e fertilizantes. Ainda neste recorte de tempo, 596 navios passaram por Vila do Conde, reforçando ainda mais sua importância geográfica e logística para o escoamento de produtos e mercadorias.  

    “Os 40 anos do Porto de Vila do Conde representam uma trajetória de consolidação e crescimento econômico no estado. A Companhia Docas do Pará tem atuado de forma estratégica para potencializar esse ativo, com novos investimentos em infraestrutura, tecnologia e modernização. Essas ações reforçam o papel do porto como vetor logístico fundamental para o escoamento da produção e para o desenvolvimento econômico da Amazônia. Como uma das poucas empresas públicas autossuficientes do país, vivemos um momento importante, consolidando uma nova fase da CDP, baseada em eficiência operacional, sustentabilidade e ampliação da competitividade logística”, celebrou Jardel Silva, Diretor-Presidente da CDP.

    REFERÊNCIA NA LOGÍSTICA NACIONAL

    A Diretora de Gestão Portuária da Companhia, Rosândela Barbosa, destacou os avanços em eficiência operacional e integração multimodal que o Porto passou ao longo dessas 4 décadas de operação. “O Porto de Vila do Conde consolida-se como um dos principais elos da infraestrutura logística da Amazônia. Nesses 40 anos, os avanços e os novos investimentos previstos irão ampliar a capacidade de atendimento, fortalecer a competitividade do porto e garantir maior previsibilidade às operações, alinhadas às melhores práticas de gestão portuária”, disse.

    Para o Diretor Administrativo-Financeiro da CDP, Samuel Rocha, o porto representa, atualmente, não apenas uma infraestrutura estratégica em termos logísticos e geográficos, mas também um ativo financeiro de grande relevância para a Companhia, sendo responsável por aproximadamente 70% da receita bruta anual da empresa, consolidando-se como o principal porto operado pela companhia. “Sua importância vai além da atuação da empresa: localizado no Complexo Industrial de Barcarena, no município de Vila do Conde, o porto é um expoente no desenvolvimento regional, gerando milhares de empregos diretos e indiretos. Seu funcionamento impacta positivamente toda a cadeia econômica local, tornando-se uma verdadeira potência para o estado do Pará. Desde sua criação, ele tem sido um pilar do crescimento da região, e as perspectivas para o futuro são ainda mais promissoras”, declarou.

    TERMINAL MULTIPROPÓSITO

    O Porto de Vila do Conde é um terminal multipropósito, com capacidade para movimentar granel líquido (como combustíveis), granel sólido (como bauxita e caulim), carga geral, carga de projeto, gás natural e contêineres — sendo o único terminal público com essa estrutura na Região Norte.

    A atual gestão da CDP tem ampliado a atuação do Porto de Vila do Conde como polo logístico e energético da Amazônia.

    Nos últimos anos, o porto tem se destacado também como polo energético com a implantação de duas usinas termelétricas que utilizam gás natural como fonte de energia. O projeto, liderado pela Centrais Elétricas Barcarena (Celba), representa uma mudança estratégica na matriz energética nacional e integra a produção ao Sistema Interligado Nacional (SIN). “O gás natural que chega ao Pará por meio de Vila do Conde vai transformar nossas indústrias, o transporte e ajudar na transição energética do país. Isso significa desenvolvimento sustentável, com impacto direto na economia e no meio ambiente”, afirma Renan Maia, gerente de Relações Comerciais e Gestão de Contratos da CDP. Além disso, a movimentação do gás natural representa um novo ciclo de arrecadação para a CDP, que passa a faturar com o volume importado da matéria-prima.

    De acordo com Maia, a construção das usinas termoelétricas, com investimentos totais na ordem de R$ 6 bilhões, vai inserir de vez o Porto de Vila do Conde no setor energético do país, com a geração e distribuição ao sistema interligado nacional de 2.200 MW de energia. A introdução do gás natural deve impactar positivamente a indústria local, o setor de transportes e contribuir para a redução das emissões de carbono, com a substituição de fontes mais poluentes por alternativas mais limpas.

    “O Porto de Vila do Conde completa 40 anos com resultados expressivos e perspectivas ainda maiores. Nosso compromisso é consolidar um novo ciclo de crescimento sustentável, tecnológico e socialmente responsável para o Pará e para o Brasil”, concluiu o Diretor-Presidente da CDP, Jardel Silva.

  • CDP celebra 58 anos de contribuição ao desenvolvimento portuário na Amazônia

    CDP celebra 58 anos de contribuição ao desenvolvimento portuário na Amazônia

    A Companhia Docas do Pará (CDP) celebra nesta quinta-feira (28) 58 anos de fundação, marcando mais de meio século de atuação estratégica na gestão e operação dos portos públicos do Estado do Pará. Criada em 1967, a estatal é vinculada ao Ministério de Portos e Aeroportos e desempenha papel fundamental no escoamento da produção do Norte e de outras regiões do país, contribuindo diretamente para a economia local e nacional.

    Ao longo de sua trajetória, a CDP tem se consolidado como referência na administração portuária amazônica, operando importantes portos como os de Belém, Vila do Conde (Barcarena) e Santarém. Com uma posição geográfica privilegiada, os portos sob gestão da Companhia garantem competitividade logística ao agronegócio, à mineração, à indústria e a outros setores produtivos.

    Nos dois últimos anos, a Companhia investiu em modernização, ampliação de infraestrutura e aprimoramento da governança, como a obra história de ampliação e requalificação do Terminal de Outeiro, por exemplo. Além disso, reforçou o compromisso com a sustentabilidade e com as comunidades do entorno portuário, com projetos de melhoria ambiental, inovação tecnológica e capacitação profissional, como o inédito curso de Gestão e Operação Portuária. Este ano, pela primeira vez na história, sediou o 24ª Curso Especial de Supervisor de Segurança Portuária (CESSP). Fatos que têm sido pilares importantes dessa nova fase da CDP.

    De acordo com o diretor-presidente da CDP, Jardel Rodrigues, a empresa vive um momento singular. “Os 58 anos da Companhia Docas do Pará chegam marcados por resultados históricos. Estamos com mais de 77% do projeto de ampliação do Terminal Portuário de Outeiro concluído, a maior obra executada na Companhia nos últimos tempos. Registramos o maior EBTIDA dos registros da empresa, consolidamos investimentos estruturantes e tivemos o orgulho de receber, pelo segundo ano consecutivo, um prêmio nacional que simboliza o avanço da gestão portuária na Amazônia: este ano, ficamos em primeiro lugar na categoria Igualdade de Gênero do prêmio Portos + Brasil, entre todos os portos organizados do país. Mais do que celebrar números, estamos celebrando um novo tempo: o de uma CDP sólida, sustentável e protagonista no desenvolvimento regional”.

    “A CDP vive um momento histórico, em que nossos resultados financeiros refletem uma gestão responsável e transparente, ao mesmo tempo em que evidenciam a força estratégica da Amazônia no cenário nacional e internacional. Os números positivos alcançados pela Companhia demonstram nossa solidez e reafirmam o compromisso de impulsionar o desenvolvimento sustentável da região. Estamos em um ciclo de crescimento consistente, em que cada conquista reforça o papel da Amazônia como protagonista na logística, na economia e no futuro do Brasil. Mais do que resultados expressivos, celebramos a oportunidade de mostrar ao mundo que a Amazônia é um polo de desenvolvimento, inovação e protagonismo”, destacou o Diretor Administrativo-Financeiro da CDP, Samuel Rocha.

    OBRA DO TERMINAL DE OUTEIRO

    Uma das iniciativas estratégicas de maior importância nesse processo é a modernização do Terminal Portuário de Outeiro, intervenção realizada pela CDP, em parceria com a Itaipu Binacional, visando os preparativos para a COP30. A obra tem como finalidade ampliar a capacidade de recebimento de embarcações durante o evento. Até o momento, mais de 77% dos serviços programados já foram finalizados. Para assegurar maior rapidez na execução, foram organizadas frentes simultâneas de trabalho para construção ágil das estruturas. O píer de atração terá 716 metros de comprimento e poderá suportar cerca de 80 mil toneladas de deslocamento.

    Reforçando o compromisso da Companhia com a igualdade de gênero, quem está à frente da obra é a diretora de gestão portuária da CDP, Rosândela Barbosa.

    “Comemorar 58 anos da CDP é reafirmar o trabalho que vem sendo feito em prol da logística portuária da Amazônia. Este ano, tivemos passos importantes, como as obras no Terminal de Outeiro, que vão ampliar nossa capacidade de atendimento, e a conquista do Prêmio Portos + Brasil, que reconhece nossa gestão com olhar humanizado e atenta às questões atuais. Cada avanço reflete o esforço de equipes comprometidas com a transformação e modernização da Companhia. Com orgulho, faço parte desse time que trabalha intensamente para transformar o setor portuário na Amazônia”, disse Barbosa.

    Fundada em um momento de expansão da infraestrutura nacional, a CDP carrega em sua missão o desafio de operar com eficiência e responsabilidade em uma das regiões mais estratégicas e sensíveis do país: a Amazônia. E, ao completar 58 anos, reafirma o compromisso com o progresso sustentável e com a valorização da atividade portuária como vetor de desenvolvimento do país.

  • Mais de 75% dos serviços concluídos: obras no Terminal Portuário de Outeiro avançam em ritmo intenso 

    Mais de 75% dos serviços concluídos: obras no Terminal Portuário de Outeiro avançam em ritmo intenso 

    Os preparativos para a COP30, em Belém, estão acelerados, com diferentes obras de infraestrutura na capital do Pará. Uma das ações estratégicas mais relevantes nesse processo é a requalificação do Terminal Portuário de Outeiro, obra executada pela Companhia Docas do Pará (CDP) em parceria com a Itaipu Binacional, com o objetivo de ampliar a capacidade de recepção de navios durante o evento.

    A iniciativa integra o pacote de investimentos voltados à infraestrutura logística e turística da região metropolitana de Belém, e busca transformar o terminal em uma alternativa eficiente e segura para o desembarque de passageiros de cruzeiros internacionais, além de fortalecer a vocação fluvial da capital paraense.

    “É uma obra estratégica, que vai funcionar como porta de entrada para visitantes durante a COP30, mas que também deixará um legado duradouro para o turismo e a logística regional”, explica Jardel Silva, presidente da CDP.

    As intervenções no Terminal incluem a ampliação do píer, que possuirá 716 metros de comprimento, reforço estrutural das instalações portuárias, com a implantação de 11 “dolphins”, para atracação de navios, duplicação da pista de acesso ao píer, instalação de equipamentos de apoio ao embarque e desembarque de passageiros, além da modernização do sistema de acessos viários e fluviais. 

    Estratégia 

    Até o dia 25 de agosto de 2025, 77% dos serviços previstos estavam concluídos. Para garantir a agilidade da obra, foram montadas diferentes frentes de trabalho simultâneas para a construção das estruturas. São mais de 700 trabalhadores envolvidos na execução dos serviços, que estão ocorrendo 24 horas por dia, em três turnos. A obra conta com o auxílio de balsas para a instalação de 96 estacas a mais de 30 metros de profundidade, duas usinas de concreto foram instaladas na área para que não faltasse material e, em um estaleiro próximo ao porto, estão sendo feitas as pontes de ferro que ficarão entre os dolphins de atracação

    O novo píer do Terminal Portuário de Outeiro terá capacidade para suportar mais de 80 mil toneladas de deslocamento, com uma profundidade homologada de mais de 11 metros. 

    Legado para além da conferência

    “Com o novo terminal, Outeiro poderá receber cruzeiros turísticos mesmo após a COP30, impulsionando o desenvolvimento local, gerando renda e ampliando oportunidades para a comunidade”, avaliou Jardel Silva.


    Além disso, a estrutura será integrada a uma malha logística do Porto Organizado de Belém, formado pelo Porto de Belém, Terminal de Outeiro e Terminal de Miramar. A operação conjunta desses pontos permitirá uma distribuição mais eficiente do fluxo de operações portuárias do estado. Em 2024, o a unidade portuária movimentou 1,7 milhões de toneladas em mercadorias e o objetivo, nos próximos anos, é dobrar esse número. 

    As obras no Terminal Portuário de Outeiro, orçadas em cerca de R$ 233 milhões, têm entrega prevista para outubro de 2025. A requalificação do terminal representa mais do que um ganho em infraestrutura: é parte de um movimento de reposicionamento estratégico da região amazônica no contexto global, mostrando que é possível aliar desenvolvimento sustentável e protagonismo internacional.

    “Belém está se preparando para mostrar ao mundo que a Amazônia urbana tem voz, capacidade e soluções. O Terminal de Outeiro será uma das portas simbólicas da nossa floresta”, declarou Silva. 

     

  • CDP vence prêmio nacional por igualdade de gênero

    CDP vence prêmio nacional por igualdade de gênero

    A Companhia Docas do Pará (CDP) foi destaque nacional ao conquistar o 1º lugar na categoria Igualdade de Gênero da 6ª edição do Prêmio Portos + Brasil, promovido pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), em Brasília.
    O reconhecimento chega em um ano estratégico para a Amazônia, em que o mundo volta os olhos para a região e discute caminhos de desenvolvimento sustentável. Nesse contexto, o protagonismo feminino ganha ainda mais relevância: na CDP, mais da metade dos cargos de liderança são ocupados por mulheres.
    Segundo a direção da Companhia, o prêmio reflete não apenas uma política de inclusão, mas também o papel essencial da mulher amazônida, que traz sua força, sensibilidade e capacidade de gestão para transformar um setor historicamente marcado pela predominância masculina.
    “Essa premiação significa pra CDP a certeza de que a Companhia está no caminho certo. No momento em que insere cada vez mais mulheres em posições estratégicas para a companhia, demonstrando que competência, sabedoria e capacidade técnica não têm gênero”, destacou a Rosândela Barbosa, engenheira de carreira da Companhia e atual Diretora de Gestão Portuária da CDP.
    A Companhia administra oito instalações portuárias no Pará – entre elas os portos de Vila do Conde (Barcarena), Santarém, Itaituba, Altamira e Belém – além dos terminais de Miramar e Outeiro. A presença feminina em cargos estratégicos fortalece a visão de futuro da instituição, alinhada aos Princípios de Empoderamento das Mulheres da ONU (WEPs), que inspiram a categoria premiada.
    Durante a cerimônia, estiverem presentes como representantes da Companhia a gerente jurídica, Fernanda Araújo, e a gerente de recursos humanos, Themis Patrício. Com o prêmio, a CDP não apenas coloca o Pará em evidência, mas também reafirma o lugar da mulher amazônida como símbolo de resistência, inovação e liderança em um setor vital para a economia e o futuro da região.
    CONTINUIDADE
    Em 2024, a CDP conquistou o segundo lugar do prêmio na mesma categoria – Igualdade de Gênero. Este ano, como líder entre os portos organizados de todo o Brasil, a Companhia Docas do Pará reafirma o compromisso com a inclusão feminina, com um quadro formado por mulheres que lideram os seus setores e tomam decisões estratégicas para a empresa que movimenta o setor portuário na região Norte do país.