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Parâmetros Técnicos para Segurança da Navegação e das
Operações Portuárias
a) Estabelecimento do calado
- A profundidade no canal deacesso ao porto de Belém é de 5,10m (16,7 pés) na
baixamar de sizígia;
- O Calado máximo de entrada no porto de Belém é de 7,00m (23,0 pés),dependendo
da altura da maré na ocasião;
- O Calado máximo da saída no porto de Belém é de 7,30m (24,0 pés),dependendo
da altura da maré na ocasião;
- As profundidades não são homogêneas ao longo dos berços de atracação,sendo
passíveis de variação relativamente rápidas devido ao assoreamento,devendo
haver consulta permanente à Autoridade Portuária quanto às atuaisprofundidades;
- O Calado para o fundeadouro de Icoaraci é de 10,67m (35,0 pés);
- O Calado para os fundeadouros de Val-de-Cães e Minas Gerais é de 7,92m(26,0
pés).
b) Velocidade no Canal de Acesso
- Entre o Terminal de Miramar e o Porto de Belém, a velocidade
máximapermitida será 8 nós.
c) Comprimento máximo do navio
- O comprimento máximo é limitado em 180m, tendo em vista o giro na
baciade evolução em frente ao mercado do Ver-o
-Peso, a montante do cais do porto.
d) Boca do navio
- A boca dos navios atracados ao porto de Belém não é limitada.Entretanto, não
é permitida a atracação de navios e de mais de uma balsa a contrabordo de navio
atracado no porto. Asembarcações, quando atracadas a contrabordo, deverão se
retirar por ocasiãodas manobras de atracação e desatracação de navios no porto,
para desobstrução do canal.
e) Serviços de rebocadores
- Não há serviço organizado.
f) Manobras recomendadas
- Navios demandando o Porto, devem investir com a maré a montante,
girarna bacia de manobra,e atracar por BE, largando o ferro de BB; - Navios com
folga de calado e de comprimento máximo até 110,0m, podematracar com a maré
correndo a jusante por orientação da Praticagem. O giro naárea de manobra,
nessas condições, será mais crítico por ocasião da saída da embarcação;
- É obrigatória a utilização de lanchas apropriadas, dotadas de VHF,para alar
as espias, em número de 01(uma) para navios não convencionais(dotados de “Bow
Thruster”) até 110,0me de 02 (duas) para os demais tipos e comprimentos de
navios;
- Em quaisquer casos, deverão ser observadas as condições reinantes devento;
g) Situações especiais
- Para navios com comprimento entre 180,0 m e 210,0 m, deverão
serutilizados o canal conhecido como “Canal do Minas Gerais” e o canalconhecido
como “Canal do Tutoca”,calado máximo de 6,10m na preamar,dependendo da altura
da maré, evitando, dessa maneira, o giro na bacia demanobra. Para a realização
desta manobra, torna-se indispensável a concordânciaprévia da Praticagem.
h) Dimensõesdo Porto
- ÁreaTotal do Porto = 132.435,00 m2
- Área de Armazenagem = 59.063,00 m2
- Comprimento da cais = 1.295,00 m
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a) Estabelecimento do calado
- No Porto de Vila do Conde, o calado máximo recomendado é limitado pelas
profundidades dos canais de acesso, quaissejam:
- CANALDO ESPADARTE (Baixo do Taipu):12,20m (40,0 pés) na
preamar.
- CANALDO QUIRIRI: 13,70m (45,0 pés). Quando demandando o
porto por este canal, considerando-se a velocidade do embarcaçãoem 8 nós,
navios com calado superior a 10,70 m (35,1 pés), deverão levar em consideração
amaré da hora, antes de demandar o citado canal, de forma a manter uma
separaçãoem relação ao fundo de, no mínimo, 2,28 m (7,48 pés).
- Calados máximos no porto:
- Berços externos (101 e 201): 20,0m (65,5 pés)
- Berços internos (102 e 202) 16,0m (52,5 pés)
b) Velocidade no canal de acesso
- Sem restrições
c) Comprimento máximo do navio
- Berço 101 = 250,0m
- Berço 102 = 200,0m
- Berço 201 = 250,0m
- Berço 202= 140,0m para navios não convencionais e 100,0m para
naviosconvencionais
d) Boca do navio
- Sem restrições
e) Serviços de rebocadores
- Não há serviço organizado.
- Contudo, qualquer incremento no comprimento das embarcações (item c)
evariação nos procedimentos das manobras (item f), deverão serobrigatoriamente
utilizados rebocadores nas operações de atracação edesatracação.
f) Manobras recomendadas
- Berço 101: atracação por BE com corrente da enchente. A desatracaçãotambém
deverá ser realizada com corrente de enchente;
- Berço 102: atracação por BB com corrente de enchente. A desatracaçãotambém
deverá ser realizada com corrente de enchente;
- Berço 201: atracação por BE com corrente de enchente. A desatracaçãotambém
deverá ser realizada com corrente de enchente;
- Berço 202: atracação por BE com corrente de vazante. A desatracaçãotambém
deverá ser realizada com corrente de vazante.
- Em quaisquer dos casos, deverão ser utilizadas 02(duas) lanchasapropriadas,
dotadas de VHF para alar as espias.
g) Informações complementares sobre Hidrografia e Meteorologia
- Corrente de maré da ordem de 2,0 nós e vento de até 25,0 nós
doquadrante N e W, principalmente à tarde e início da noite, acentuados
comincidência de chuvas.
- Existe um alto-fundo a montante do pier, limitando o abatimento nessadireção.
h) Dimensõesdo Porto
- ÁreaTotal do Porto = 3.920.347,00 m2
- Comprimento do Cais = 500,00 m
- Comprimento do píer nº 1 = 292,00 m
- Área do píer nº 1 = 13.140,00 m2
- Comprimento do píer nº 2 = 184,00 m
- Área do píer nº 2 = 5.060 m2
- Número de berços = 4
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a) Estabelecimento do calado
- O canal de acesso ao Porto de Santarém é limitado pela Barra Norte doRio
Amazonas: 11,50m (37,7 pés). Para o acesso ao porto, na confluência dosrios
Tapajós e Amazonas, consultar o porto quanto à variação deprofundidade, devido
suas constantes variações. (Carta Náutica n.º 4103B da DHN).
- Calado máximo no porto:
- Berço 101: 10,00m na vazante e 15,00m na enchente
- Berço 102: 3,00m na vazante e 9,00m na enchente
- Berço 201: 15,0m na vazante e 21,00m na enchente
- Berço 202: inoperante
b) Velocidade no canal de acesso
- No rio Tapajós a velocidade máxima permitida será 6,0 nós,
paraevitar banzeiro nas demais embarcações atracadas ao cais da cidade.
c) Comprimento máximo do navio
- Berço 101: 200,0m. Não havendo embarcações atracadas no berço 102,
não haverá restrições de comprimento. Contudo, fica limitado a navios de até
30.000 TPB. - Berço 102: 100,0m para navios convencionais e 150,0m, para navios
não convencionais, com restrições à critério da praticagem local. - Berço 201:
Sem restrições de comprimento, porém limitado a navios de até 65.000 TPB.
d) Boca do navio
- Sem restrições
e) Serviços de rebocadores
- Não há serviço organizado f) Manobras recomendadas
- As manobras devem, preferencialmente, ser realizadas à luz do dia
eobrigatoriamente apoiadas por lanchas dotadas de VHF para alar as espias.
g) Dimensõesdo Porto
- ÁreaTotal do Porto = 62.432,00 m2
- Área de Armazenagem = 5.510,00 m3
- Comprimento do Cais = 200,00 m
- Área do Píer = 5.000,00 m2
- Número de Berços =
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a) Estabelecimento do calado
- No Terminal de Miramar, o calado será limitado pela Barra do
Tapanã,onde se prumam 5,00m (16,5 pés) nabaixamar;
- O Terminal possui dois pieres, sendo o de n.º 2 mais à montante.Recomenda-se
o calado máximo de 7,92m (26,0 pés) em ambos os píeres.
b) Velocidade no canal de acesso
- A Velocidade no canal de acesso não deverá ser superior a 8 nós.
Naaproximação para atracação, essa velocidade não deverá ser superior a 4 nós.
c) Comprimento máximo do navio
- Pier n.º 1 (Norte): 185m - Pier n.º 2 (Sul): 210m
d) Boca do navio
- Sem restrições
e) Serviços de rebocadores
- Não há serviço organizado
f) Manobras recomendadas
- A Atracação deverá ser feita por BE, com a maré correndo à montante,podendo
no píer n° 1, para navios de até 140,0m, ser executada com marécorrendo à
jusante.
- É obrigatória a utilização de 02 (duas) lanchas apropriadas, dotadasde VHF,
para alar as espias; Emquaisquer dos casos acima, deverão ser observadas as
condições reinantes devento.
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