COMPLEMENTAÇÃO DA ATA DA 93a REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA DOS PORTOS DE BELÉM, VILA DO CONDE E SANTARÉM

 

 

Data: 08.10.2004

Hora : 9 h

Local : Auditório da Companhia Docas do Pará - CDP

 

 

PRESENÇAS:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

AUSÊNCIAS

JUSTIFICADAS:

ELÓI PORTELA NUNES SOBRINHO – Representante do Governo Federal, KLEBER FERREIRA DE MENEZES – Suplente do Representante do Governo do Estado, MARIA DO SOCORRO PIRAMIDES SOARES – Representante da Administração do Porto, LUIZ IVAN JANAÚ BARBOSA – Representante dos Armadores, MARCELINO CAVALCANTE DA SILVA NETO – Representante dos Titulares de Instalações Portuárias Privadas, RICARDO MEDINA VIANA e FRANCISCO HERMÓGENES DE OLIVEIRA PESSOA – Representantes dos Demais Operadores Portuários, EDIVALDO DO NASCIMENTO BATALHA - Representantes dos Trabalhadores Portuários Avulsos, CARLOS ALBERTO DA SILVA LEÃO, AILTON ABADESSA DA SILVA – Representantes dos Demais Trabalhadores Portuários, GABRIEL DA SILVEIRA GASPARETTO e GERALDO MAGELA GOMES – Representantes dos Exportadores e Importadores de Mercadorias, DANILO OLIVO CARLOTTO REMOR – Representante dos Proprietários e Consignatários de Mercadoria,  PAULO ROBERTO BRANDÃO – Representante dos Terminais Retroportuários. Como convidados, os Srs. Marcus Aurélio Caldeira Antunes – Inspetor da Receita Federal, Nelson Pontes Simas – Diretor de Gestão da CDP, Paulo Geraldo Ramos Damasceno - Gerente Financeiro da CDP.

 

MARTINHO CÂNDIDO VELLOSO DOS SANTOS, JOSÉ ANDRADE RAIOL e ROBERTO SEIXAS SIMÕES .

 

 

 

 

 

 

 

2–

ORDEM DO DIA:

 

2.2 -

Proposta de Orçamento da CDP para o exercício de 2005. O Conselheiro Kleber Menezes informou que em relação ao investimento, na reunião passada durante a Sessão Plenária se chegamos a fazer as alterações com a ajuda de diversos Conselheiros, e que aquela alteração da Programação Orçamentária que foi encaminhada para todos considerada a ideal, seria uma proposição na qual se teria o total dos investimentos, no caso R$20.465.000,00 de Recursos Próprios e R$9.400.000,00 de Recursos da União, colocados numa única caixa, e a partir daí se faria a reprogramação por programa de investimentos, ao  critério do CAP e as prioridades que se iria admitir. Ocorre que a CDP já havia encaminhado ao Ministério do Planejamento uma proposição estabelecendo valores máximos por cada projeto, então esses valores não poderiam ser mais mudados no sistema no momento, e que em 2005 poderia ser feita uma reprogramação, mas que no momento atual, segundo o Gerente Financeiro Paulo Damasceno, com o qual concorda, como os dados já estão alimentados no Sistema, os valores que estão alocados para cada projeto não podem ser suprimidos ou elevados, então essa proposta ideal não pode ser analisada pelo CAP, por estar prejudicada. Então foi apresentada uma proposição adicional que chamaram de Proposição Possível e diz que apesar de não ser a ideal, uma vez que os limites orçamentários foram mantidos e foram definidos pela Autoridade Portuária para cada projeto, alguns em montantes insuficientes para o atendimento para demanda de alguns portos, mas que de alguma forma traz algum avanço. Eles entenderam que alguns projetos, como o caso da dragagem, poderiam ter valores bem maiores, agora como eles já estão alimentados no Sistema não podem ser alterados, então colocaram naqueles  projetos  que o CAP entendeu como prioritário e chamaram de dinheiro real, que são os recursos que são auferidos pelas Receitas Operacionais e Patrimoniais da CDP e em sendo aprovados na Proposta Orçamentária da CDP de 2005, certamente poderão ser despendidos porque independem de qualquer outra  ação subseqüente que não aprovação pelo Congresso, e que a CDP dispõe desses recursos só de Investimento de Capital, vai ter R$5.000.000 de Receita, o que significa dizer que dispõe em caixa aplicado recursos e montantes aplicados suficientes para cobrir aquela proposta dela, então os R$20.465.000.000.00 de Recursos Próprios só não aplicará se não quiser, porque eles existem. Informou que os R$9.400.000.000 que são  recursos objeto de investimentos e participação da União no capital da Empresa, esses chamados de receita duvidosa, porque eles dependem não apenas da aprovação do Congresso Nacional, mas também de eventuais contigenciamento e disponibilidade do erário público para que eles possam chegar à Empresa,  confessando que durante sua gestão, que foram oito anos, em nenhum momento 100% dos recursos que estavam previstos no Tesouro chegaram aos cofres da CDP,  querendo crer em nível nacional, por ser uma questão de indisponibilidade de recursos e falta de priorização por parte do Ministério dos Transportes para os portos paraenses. Informou que não aconteceu no Governo passado e não está acontecendo nesse, talvez fosse o caso de se ter uma ação eficaz do CAP no sentido de que o Governo Federal inserisse o Estado no contexto de portos prioritários do Brasil. Informou ainda que dentro dessa proposição Possível, o que fizeram foi colocar a receita e os investimentos firmes naqueles projetos que consideram mais importantes dentre os quais: dragagem do Porto de Vila do Conde, nessa proposição estão solicitando e propondo ao Plenário que o CAP opine orçamentariamente de que os recursos de dragagem sejam recursos firmes da CDP e não os Recursos do Tesouro, então dentro dessa proposição o que basicamente foi feito conforme havia sido previsto, foi evitar que o CAP passe a fazer discussões sobre investimentos pontuais, embora já tenha existido uma sugestão do Conselheiro Gabriel Gasparetto de que aquilo que o CAP entender que deve ser pontual que o faça, mas a proposição deles é que no futuro se possa distribuir os Recursos do Fundo de Investimentos em um ou mais projetos, então propuseram que eles sejam integralmente neste ano aplicado no ano de 2005 em Melhoramentos do Porto de Vila do Conde, basicamente na obra de dragagem, onde seria uma forma de referendar que as obras de dragagem estão sendo executadas pela CDP, mas a sociedade paraense e os usuários do porto estão contribuindo para execução desse serviço. Informou também que não gostaria de tecer detalhamentos item por item porque foi encaminhado com antecedência, achando que até por uma questão de eficácia das discussões, se colocar à disposição para dirimir as duvidas que possam surgir de alguns Conselheiros, porque fez somente o que ficou acordado na reunião passada do CAP. O Conselheiro Paulo Brandão informou que com referência a Vila do Conde, tem a via alimentadora principal que já está toda pronta, dependo apenas a conclusão de uma ponte, então quis saber como está a posição atual de recursos financeiros para conclusão dessa ponte. O Diretor de Gestão Portuária Nelson Simas informou que a CDP tem o recurso e que  obra já está contratada uma ponte já está sendo concluída e outra já está iniciando acreditando que este ano a obra toda fica concluída. A Conselheira Socorro Pirâmides observou que foi feito pelo Governo Federal duas rodadas em dez portos do Pais, e na terceira rodada que é objeto da Medida Provisória  o Porto de Vila do Conde faz parte da dela e como faz parte de um dos grupos de trabalhos interministerial, e nesse trabalho, a principal agenda que o Grupo faz é com os Conselheiros do CAP, esses recursos consignados na Medida Provisória da Presidência são para obras emergenciais, tendo que ficar atentos, porque se ficar estabelecido que os objetos dos portos do Pará será unicamente no Porto de Vila do Conde, vai ter que se levantar todas as demandas emergenciais para lá buscar esse recurso, que é um credito especial e depois fazer o remanejamento que se está conversando na Proposta Orçamentária. Informou que, participou e coordenou o Grupo de Trabalho nos Portos de Vitória e em Sepetiba, e as obras consignadas no Orçamento e o que a Medida Provisória faz é garantir a liberação dos recursos, porém as obras que não constavam na pauta é que entram, sendo isso que se deve ficar atento, para não se perder a oportunidade de trazer um Recurso Federal que é fora a Programação Orçamentária, a fim de não ocorrer o risco de estar contemplados no Orçamento e não trazer o recurso suplementar. Informou não saber qual é o Grupo que vem para Belém, e que, provavelmente, não vai ser o Grupo que ela coordena sendo importante que todos os Conselheiros, durante essa Agenda Portos que for feita que se trabalhe as necessidades toda dos portos do ponto de vista de equipamentos, de ações institucionais e de obras civis, que está saindo na ordem de R$20.000.000.00 para cada porto, porque a Medida Provisória abre o crédito especial para 2004, porque para 2005 vai ter que ter a complementação, então nessa publicação não está todo o recurso tem mais aprovados para executar em 2005, e que provavelmente essa terceira rodada da Agenda Portos vai acontecer no final de outubro, e se o grupo chegar na hora em que a Medida Provisória sair com essas fatias dos recursos, ela vai sair para ser executada em 2005, então é importante que o Conselho já comece a pensar no que vai conversar com os membros desse Grupo, porque esse recurso é adicional e se tem que trabalhar nesse sentido, que é um recurso garantido que vem por fora. O Inspetor da Receita Federal Marcus Aurélio Antunes, informou que três ou quatro anos atrás, tiveram algumas reuniões pelo PROHAGE com a Prefeitura de Barcarena e, naquela oportunidade se viabilizava lá uma idéia de retomada ou implementação de um Plano Diretor para o Município de Barcarena, tudo em função de expectativa de crescimento do porto. Informou também que existe um órgão federal que parece que não foi extinto, que é a CODEBAR, mas que na prática não é operativo, não podendo se pensar em fazer o que quer que seja em termos de estruturação de um porto, sem se pensar paralelamente na questão do desenvolvimento urbano, sob pena de sufocar o porto no futuro imediato em termos de expectativa de demanda da própria população.  Na sua opinião é oportuno retomar essa questão do Plano Diretor de Barcarena, vinculado à questão da atividade do porto. O Conselheiro Kleber Menezes informou que, com relação ao que o Inspetor da Receita Marcus Aurélio Antunes falou recentemente foi aprovado pela Prefeitura Municipal de Barcarena uma emenda a Lei Municipal no 14 74, de autoria do Vereador Mário Brandão, que trata do zoneamento urbano municipal e que  nessa Lei houve a inserção da área do porto organizado dentro do zonemanto municipal, e que  a Lei Municipal do Zoneamento Urbano de Barcarena era de 1982, porque se tinha uma fabrica sendo construída e um porto, então não se sabia a dimensão e não se sabia que Barcarena seria um grande município portuário paraense, então essa emenda que foi aprovada fez com que a área do porto organizado que foi aprovado em 1993, tivesse sua definição da área do porto organizado de Vila do Conde, que vai desde do Rio Arienga até o Furo do Arrozal, passando-se a ser entendido pelo Município como sendo área portuária, havendo o reordenamento do zoneamento municipal para albergar, dentro desse zoneamento, a integralidade da área do Porto de Vila do Conde, excetuando-se as duas vilas que estão inseridas que são: as Vilas de Conde e de Itupanema. Informou ainda que com relação aos investimentos, basicamente o que ocorreu foram preservados na integralidade os investimentos para o porto de Belém, e foram integralizados os investimento para o Porto de Vila do Conde, sendo os únicos portos, mesmo preservados a integralidade dos investimentos propostos, que houve uma alteração de recursos firmes para os recursos dito virtuais foram Santarém e Outeiro.  Para justificar em Santarém,  entenderam que não é o momento de se fazer um Pátio de Contêineres lá,  só se o Governo Federal entender que é justo que os recursos dos R$9.400.000.000 sejam empregados na rubrica dos recursos de Santarém continuam vigentes, apenas retiram a parte de dinheiro de Recursos Próprios de Santarém e mandaram para Vila do Conde  deixando para Santarém os Recursos do Governo Federal, dentro da premissa de que as demandas urgentes precisam de recursos firmes, e as demandas potenciais podem ficar com recursos de investimento da União. Afirmou que é bom que Santarém tenha um Pátio de Contêiner, mas acredita que a demanda de contêiner que se tem hoje seria muito bom se tivessem recursos disponíveis para atender não apenas as  necessidades urgentes, mas o planejamento portuário. Entendeu que Santarém precisará de um Pátio de Contêiner, e poderá até vir a ter se a CDP e o CAP tiverem a competência de obterem do Governo Federal a garantia dos recursos alocados e que venham os R$9.400.000.00, ai sim se fará o Pátio de Contêiner e não chegando, se faz as coisas mais urgentes. Informou também que, no que diz respeito ao Terminal de Outeiro foi da mesma forma, a CDP tem um Convênio celebrado anualmente com o Governo Federal para sua administração, venceu-se o primeiro ano e estando numa prorrogação que deverá vencer em 31.12.2004, sendo que a expectativa de que sejam prorrogados por um prazo maior, o que está sendo proposto é uma manutenção de Recursos Próprios em quantidade suficiente para garantir o alfandegamento do porto, deixaram dentro das rubricas, que são imprescindíveis para que a Autoridade Aduaneira libere o alfandegamento, os Recursos Próprios, porém a complementação desses recursos ficariam advindos do Recurso da União. Finalmente o que   houve foi que não prejudicado nenhum porto, e os recursos previstos foram todos mantidos, fazendo apenas uma substituição recursos firmes para as obras urgentes e recursos da União que todos desejam que sejam firmes e foram essas as alterações propostas. O Diretor de Gestão Portuária Nelson Simas informou que a CDP recebeu uma correspondência assinadas pelos diversos setores empresarias de Santarém citando: a Associação dos Madeireiros, Clube Diretores Logistas, Associação Comercial de Santarém e todas as Entidades de Santarém, solicitando a construção  do Pátio de Contêiner, porque eles dizem que tem 400 contêineres firmes e com a construção do Pátio vai induzir para duplicar ou triplicar, tem também essa correspondência da ASIMAS – Associação das Industrias Madeireiras de Santarém e Região Oeste do Pará, datada de 06.10.2004, assinada por todas as entidades de Santarém, então é compromisso da CDP de começar esse Pátio em Santarém por isso foi colocado R$1.790.000.000.00 de Recursos Próprios e a CDP pede a reconsideração dessa alteração no Orçamento para que fosse mantido. A outra alteração que a CDP  solicita é a Carta de Compromisso que tem com a Receita Federal que é o TECON, a antiga área da TRANSEIXAS e quando foi dado o alfandegamento, foi assinada uma Carta de Compromisso que o piso que hoje existe não é de concreto e que a CDP iria fazer esse piso, e se hoje com a situação que está e com o Porto do Outeiro funcionando, se não for feito e for desalfandegado, e o prazo para tal irá terminar em 31.12.2004, como também não derem nenhum balisamento para a Receita de que irão  fazer licitação e se não fizerem vai ser desalfandegados e ter problemas muitos sérios, então a CDP pede para serem reconsiderados esses dois itens e que fossem mantidos em tudo aquilo que foi proposto. O Conselheiro Carlos Alberto Leão informou que tem o mesmo entendimento que o Diretor Nelson Simas, achando  que o Porto de Outeiro tem alguns comprometimentos como a rede de utilidade,  a recuperação do armazém de carga e a pavimentação e drenagem das vias internas, não tendo como ficar aguardando recurso do Tesouro, uma vez que isso está no comprometimento do alfandegamento, onde foram estabelecidos prazos, e se tirar esses recursos próprios da CDP que estavam alocados  para o Terminal do Outeiro, que está com um potencial de crescimento muito grande, poderá dificultar a operação do Terminal. O Conselheiro Danilo Remor foi de opinião que tem que se fazer um planejamento estratégico para saber o que é prioritário, porque o grande problema é que não se confia na vinda do dinheiro do Tesouro Nacional, e se houvesse certeza  de que esse dinheiro viesse no tempo certo, acabaria a discussão. Informou que o problema é que tem R$20.000.000.00, e tudo que foi falado na reunião é necessário, achando que tem que se reunir e verificar essas prioridades, para que se possa começar a avançar porque no dinheiro do Tesouro não tem confiança, achando também  que o Porto de Vila do Conde, como foi colocado aqui os R$5.500.000.000 para dragagem como já está prometido pela CDP, acha que tem que fazer esse remanejamento porque é prioridade das prioridades, já tendo a promessa do rebocador que complementa, então ficariam utilizando os berços 201, 202, 302 em plena capacidade que resolver por muito tempo, os melhoramentos da infra-estrutura, esse remanejamento eles concordaram, porém  tem o problema do Pátio de Contêiner em Santarém, que também é uma prioridade podendo esperar um pouco, uma vez que tudo é prioridade e tem que se eleger as prioridades das prioridades para poderem avançar e fazerem alguma coisa de útil que realmente venha ao interesse da maioria dos usuários dos portos do Pará. Perguntou qual a razão de não ter sido   colocado no Orçamento a ampliação do píer 401, que precisa de R$25.000.000.00 para fazer a construção. O Diretor de Gestão Portuária Nelson Simas informou que é anterior que a PPP – Parceria Público Privada e se mantiver a mesma linha de entendimento porque será no mesmo estilo em que foi feito o berço 301, se faz o projeto e  entra numa conversação com a Vale do Rio Doce, porque hoje o Governo Federal está incentivando, uma vez que tudo o que a CDP gasta com o Terminal do Outeiro voltará para CDP, justamente por causa do Convênio que prevê isso, então é um dinheiro que vai se adiantar mas que volta para o caixa da CDP. O Conselheiro Gabriel Gasparetto informou que acha que está se dando um passo para trás, uma vez que na reunião passada do CAP, houve um alinhamento onde iria fazer as modificações no Orçamento, e o Conselheiro Kleber Menezes ficou de dar a formatação, e que agora o que a CDP está propondo é voltar ao que ela mesma tinha proposto antes, que devia ser ponderado na reunião passada, porque hoje já está sendo trazido um resultado para aprovação final, porque da forma como está pedindo, embora tenha razão, é o ponto vista dela, do que ela entende que é prioridade, porque está retirando todos os recursos que o CAP realocou pela forma que o CAP entendeu que é prioridade e volta tudo à estaca zero. Informou que dentro das  atribuições legais do CAP, está opinar sobre o Orçamento do Porto, e a CDP não encaminhou ao CAP antes de ter encaminhado à União a Proposta de Orçamento e agora deixa o CAP com dificuldade de fazer essa realocação, não podendo nem subir e nem baixar valores porque já foi apresentado, e ratifica o já foi dito antes de que no Orçamento de 2005 para ser executado em 2006, a proposta deve vir para o CAP, com um mínimo de 30 ou 60 dias para antes  do prazo legal que a CDP tiver para encaminhar para União, para que se discuta com antecedência porque já foi alinhavada e a CDP já participou dessa discussão na reunião passada, e agora quer voltar a estaca zero. O Conselheiro Carlos Alberto Leão informou que na reunião passada houve uma questão onde não estava presente a Conselheira Socorro Pirâmides, que representa a Administração do Porto, estando apenas o Gerente Financeiro Paulo Damasceno, que não tinha esse fato novo com relação a Santarém,e ainda que a fala do Conselheiro Kleber Menezes foi um consenso porque a informação que se tinha era de que Santarém poderia espera, não sabendo dizer se em função da possibilidade de concretizar  a Cuiabá-Santarém, e em função dessa documentação  que foi mostrada pelo Diretor Nelson Simas, acho que se deve os discutir essa questão de Santarém.  Quanto ao Porto de Outeiro, informou que defendeu que se garantisse os recursos,  porque o Terminal é novo e está com alguns gargalos,  já estando em andamento. Informou ainda que a outra questão que ficou foi com relação ao Pátio de Contêiner do Porto de Belém, que o Conselheiro Paulo Brandão ponderou em função a uma discussão de concorrência e que ele achava que não tinha porque não se induzir essas concorrências, achando também que ele tem a opinião dele, que é uma pessoa que está investido recurso próprio no Pátio de Contêiner em Vila do Conde. Porém o momento também é de ajustar a proposta inicial da CDP, e está sendo ajustada, o Conselheiro Relator Kleber Menezes apresenta uma nova proposta, onde ele não está vendo tanta divergência com relação ao que vai fazer, porque vai se ver quais as prioridades das prioridades, achando que hoje os recursos da dragagem para Vila do Conde são prioridade, porque viabiliza dois novos berços. O Diretor de Gestão Portuária Nelson Simas informou que para complementar, recebeu ontem do Ministério dos Transportes um documento para a CDP opinar sobre um plano de desenvolvimento sustentável da área de influência da BR-163, onde mostra que o Porto de Santarém, independente de todas as associações que assinaram o documento, vai ter um impacto muito grande, e que será um porto de transbordo, e com esse Pátio de Contêiner em Santarém se tornará mais importante. O Conselheiro Marcelino Cavalcante informou que os novos dois berços darão 30% a mais de capacidade para a CDP, que vai ser incrementado a operação portuária. O Conselheiro Danilo Remor informou que a prioridade 1 para a Federação das Industrias do Estado do Pará – FIEPA é o Porto de Vila do Conde, prioridade 2 o Porto de Santarém e prioridade 3 o Porto de Outeiro, então tem que se reestudar Belém e  ver o que vai fazer, porque as cargas maiores estão Vila do Conde, com crescimento constante, Santarém com  a expectativa da BR-163, e Outeiro que desafoga o Porto de Belém. O Diretor de Gestão Portuária Nelson Simas informou que a dragagem do Porto de Vila do Conde, vai ser feita, porém a Draga que a CDP tem está ocupada em outro serviço e para Vila do Conde, onde será feita a dragagem dessa área que vai fazer a liberação dos dois berços 202 e 302 agora, porque isso para CDP é  prioridade. O Conselheiro Paulo Brandão  concorda com o Conselheiro Danilo Remor de que o Porto de Santarém tenha prioridade 2 em função de que alguns armadores já estão fazendo levantamento para escala em Santarém, achando que o Pátio de Contêiner deva ter prioridade em função desses estudos, e que o levantamento que foi feito em Santarém, diz que existe hoje um mercado em potencial. O Conselheiro Ricardo Medina informou que o que discorda dessa realocação dos recursos, por parte do Conselheiro Relator Kleber Menezes, é com relação a retirada dos Recursos Próprios da continuação da infra-estrutura do porto de Belém, a continuação de ampliação do pátio de contêineres, e que certamente Vila do Conde vislumbra como o futuro das cargas de contêineres, mas que se tem cargas no Porto de Belém conteinerizadas e que se deveria manter investimentos para garantir essa estrutura e garantir o fluxo de contêineres para cargas em Belém. O Conselheiro Kleber Menezes considerou que o que foi feito no caso do Porto de Belém, é que não houve retirada de recursos nenhum e acredita que o Porto de Belém foi o único que não se mexeu nem no quantitativo de Recurso Próprio nem no quantitativo do Tesouro. Informou que a CDP previa R$4.000.000.00 de Recursos Próprios e R$2.400.000.00 de Recursos do Tesouro no Porto de Belém, e que esses recursos foram absolutamente deixados da forma com e  que a CDP fez, e o que foi feito ao invés alocar-se os recursos numa rubrica denominada “Continuação da Ampliação do Pátio de Contêiner”, porque poderia criar o problema que criou, com  os investimentos privado no Terminal de Contêineres de Vila do Conde, e aportaram esses recursos dentro de duas outras rubricas que absolutamente podem contemplar inclusive o que o Diretor Nelson Simas, falou da necessidade daquele Pátio hoje adjacente na área que dentro da melhoria, pode pavimentar o pátio, e colocado em “Melhoramento da Infra-estrutura do Porto de Vila do Conde” e pode alocar esses recursos sim, porque existe o investidor privado investindo em Vila do Conde e pode ser suscitado por ele sob via judicial caso esteja vendo uma concorrência danosa aos interesses dele, que foram feitos dentro de um PDZ, que até o presente momento está em vigor, está dentro da legalidade e dentro da diretriz que a Autoridade Portuária definiu, para evitar de dar munição para que isso possa ocorrer dentro do melhoramento possa fazer os pontualmente os investimentos necessários, sendo a mesma coisa que ele gostaria de falar em relação ao Porto de Santarém, onde todos gostariam que tivesse o Pátio de Contêiner, porém  ela é uma prioridade dois e até que é uma prioridade três, acreditando que o Terminal de Outeiro é mais prioritário que Santarém, porque em Outeiro existem demandas que precisam ser realizadas urgentemente sob pena de desalfandegamento, e no que diz respeito a Santarém ocorre que as cargas hoje estão muito bem atendidas, porque hoje o  porto é ocioso em termos de taxa de ocupação de berços, ou seja, o produtor de Santarém não está deixando de produzir ou não está na iminência de deixar de produzir pela  inexistência de condições de atendimento. Informou que em relação ao Pátio de Contêiner, se é um atrativo porque não se faz um Terminal de Contêineres do Porto de Santarém - CONSACON, se Vila do Conde não tinha essa demanda foi investido e feita uma licitação e o investidor arrendou e construiu o Pátio, já que existe o setor produtivo de Santarém que tanto deseja um Pátio de Contêiner porque a Autoridade Portuária, dentro da sua diretriz, não licita o arrendamento do Pátio, acreditando que pela carência de recursos, porque se eles fossem abundantes, não deveria privatizar o setor portuário brasileiro, e que privatização dos investimentos do setor portuário brasileiro foi por causa da inexistência desses recursos, e como eles inexistem, os poucos recursos existentes tem que estar alocados naquelas obras de infra-estrutura comum como está sendo prevista a dragagem. Informou que aquilo que não dá dinheiro para ninguém, aquilo que é uma demanda, uma necessidade do setor público de fazê-lo, então vai se usar os parcos recursos naquilo que o investidor privado não se sente tentado a investir, sendo essa a diretriz que se teve ali. Em relação ao que o Conselheiro Carlos Alberto Leão falou de forma alguma se deixou de alocar recursos para o Terminal do Outeiro, apenas que se R$1.300.000.000 de investimentos Próprios para investir no Armazém, foi colocado R$250.000.000 de Recursos Próprios para que se recupere a parte do Armazém, que hoje está sendo utilizada e, obviamente quando vierem os recursos do Tesouro se amplia o Armazém na sua plenitude, e que a preocupação foi garantir o mínimo de recursos próprios no Terminal de Outeiro necessário para seu alfandegamento, e que a CDP não lhe deu quais seriam efetivamente as obras e a sua proposta orçamentária, imaginando que com esses Recursos Próprios, se teria condições de atender o mínimo do alfandegamento, não obstante ser o  desejo o remanescente, e o que falta para atingir a plenitude de todos investimentos desejáveis. A Conselheira Socorro Pirâmides propôs que se priorizassem os R$7.500.000.000 para dragagem de Porto de Vila do Conde, os recursos necessários para as obras essenciais da lista do alfandegamento para o Terminal do Outeiro, R$3.250.000.000 e mais os recursos para Santarém, e que todos iriam se empenhar tanto  junto ao Grupo que vem com os recursos adicionais, e no empenho da viabilização dos recursos federais, somado a esses recursos se teria saldos de recursos próprios que dariam continuidade as obras do Pátio de Belém, se fazendo uma conta grande das prioridades Vila do Conde, Outeiro e Santarém, e na seqüência, viria como recursos próprios aqueles para que  não se perdesse o alfandegamento da área de Belém, e a continuidade do pátio. O Conselheiro Kleber Menezes informou que a essência da questão é o que está precisando de alguma forma seria a manutenção ou no mínimo, uma elevação considerável no aporte de  Recurso Próprios no Terminal de Outeiro e a outra seria se fazer um aporte firme de Recursos Próprios do Porto de Santarém, e que para isso só teriam dois lugares para tirar: de Belém ou da dragagem de Vila do Conde. Informou também que  se for mexer em Belém, porque tem muitas demandas, acredita que se pode atuar de uma forma interessante, existindo R$8.000.000.000 de Recursos Próprios para o Porto de Vila do Conde, podendo transformar isso em R$6.500.000.000 de Recursos Próprios e R$2.500.000.000 de Recursos do Tesouro, e se distribuiriam esses Recursos Próprios para os outros, desde que a CDP confirme que essa reprogramação deste ano, já existam recursos de 2004, sendo aportados para dragagem. Informou que de sua parte, como Relator,  aceita todas as colocações se  propondo a daqui a uma semana mandar por e-mail a todos os Conselheiros, pedindo que seja adiada a aprovação para a próxima reunião. O Sr. Presidente colocou a proposta em votação tendo os Conselheiros concordado com a aprovação.  

 

2.3

Relatos da Comissão designada através da Deliberação no 14/2004, de 28.5.2004.

O Conselheiro Kleber Menezes informou que, na verdade, não houve avanço na Comissão porque entenderam que a carência das informações que haviam sido solicitadas, iria de alguma forma prejudicar o andamento dos trabalhos que precisavam de elementos que pudessem orientar o prosseguimento das discussões em busca de um consenso em relação a essa questão da prioridade de atracação de operação no porto, sendo então esse o motivo Informou ainda que continuam aguardando que a CDP os subsidie com esses elementos, e ainda que no fim da correspondência solicitou  que o Plenário do CAP, até como uma forma de dar mais ênfase nessa necessidade de conteúdo informativo para a agenda da Comissão, que o CAP encaminhasse uma correspondência formal para a CDP, solicitando e reafirmando o pronto atendimento a essas demandas. O Sr. Presidente informou que houve essa sugestão, mas que também houve uma solução alternativa de que o Presidente do CAP fosse conversar com o Presidente da CDP e fizesse ver a ele que as informações são importantes e deveriam ser dada o mais breve possível porque já estavam com uma demora muito grande. Informou que falou com ele e evidenciou a Carta que foi feita pelo Relator à CDP, dizendo da urgência, que não houve a resposta, mas que da parte da Presidência do Conselho foi feita a comunicação formal de que as informações são muitos importantes. O Conselheiro Kleber Menezes informou que o que estão pedindo, tendo em vista que não houve essa resposta, é que fosse feita uma solicitação formal, por escrito, na forma de deixar registrado essa necessidade. O Conselheiro Gabriel Gasparetto informou que, da forma como está sendo colocada é muito amena, dada a importância de alguns dados que precisam ser trazidos para o CAP, dada a reiterada maneira da CDP se comportar, adiando a entrega de documentos que são necessários, essa forma amena de se encaminhar para CDP, não é aquilo que ele deseja para o Porto ou seja, ele acha que uma Deliberação dando prazo e chamando a atenção da Diretoria da CDP que se isso não for cumprido, o CAP terá que tomar outras providencias de encaminhamento, se for o caso até ir ao Ministério Público, do porquê ela se recusar a acatar as decisões do Conselho, sendo essa a sua proposta para ser colocada em votação. O Conselheiro Geraldo Magela complementou dizendo que já estão no mês de outubro, e que a primeira solicitação desses dados foi feita no dia 08.7.2004, inclusive constando na última Ata, e que então se passaram quatro meses que estão pedindo essas informações e elas não chegam até a Comissão, e que está ficando difícil para a Comissão, uma vez que é extremamente importante esse trabalho e que eles precisam desses dados para dar continuidade, e até para se poder avaliar o PDZ e outras coisas que estão diretamente relacionada com os trabalhos dessa Comissão, não sabendo dizer porque a CDP não passa essa informações. O Diretor de Gestão Portuária, Nélson Simas informou que o problema, é que o que foi solicitado pela Comissão como a  produtividade não é fácil, e já foi fechada e que estão encaminhando os dados para a Comissão, e que com relação ao Termo Aditivo, falou que o Aditivo anterior só foi feito relise no CAP, porque tem uma Lei que diz que um Terminal especializado como é em Vila do Conde se faz um tipo de Contrato desse, e outras razões que a ALUNORTE colocou, onde deveríamos ter feito o mesmo procedimento, tendo sido uma falha e que agora estão apresentando ao CAP.  O Sr. Presidente colocou que houve  duas proposições,uma do Conselheiro Gabriel Gasparetto e outra feita por ele. Com relação a do Conselheiro Gabriel Gasparetto tal como foi proposta dando prazo, ele, como Presidente,  faz a mesma proposição, excetuando a segunda parte, sem ameaças e somente dando prazo para que sejam respondidas as questões. O Sr. Presidente colocou em votação a proposta do Conselheiro Gabriel Gasparetto, dizendo que quem estivesse de acordo permanecesse com estava, e não havendo manifestação contrária foi a mesma aprovada. Entretanto, o Sr. Presidente informou que não assinaria a redação proposta pelo Conselheiro Gabriel Gasparetto, por não concordar em fazer ameaças, até porque foram votadas as duas proposições. O Conselheiro Gabriel Gasparetto solicitou que fosse transcrita na Ata que foi votada a sua proposta baseada no que o Sr. Presidente disse que quem estivesse de acordo com ela permanecesse como estava, tendo a maioria feito isso e que quando o Sr. Presidente viu que a sua proposta foi vencedora, ele quis inverter o processo quando já tinha sido votada. Informou que não aceita isso, já que o Sr. Presidente exerceu o direito legitimo de se recusar a assinar, não porque  prefere a proposta dele, tendo que constar em Ata que ele se recusa a assinar uma proposta vencedora e democraticamente levada à votação, para os efeitos que ele achar como Conselheiro, que precisa tomar depois, não retirando nada da sua proposta, uma vez que não há agressão e sim um alerta para a CDP e pelo desrespeito ao Conselho. O Sr. Presidente entendeu que houve agressões e que por esse motivo não assinaria esse documento. O Conselheiro Gabriel Gasparetto informou que isso já está anexado na Ata de duas reuniões atrás, e o procedimento que a AEB recomendou foi de que quando não houvesse acatamento de decisões do CAP,  deveria ser encaminhada ao Ministério Público, e o que está dando é um alerta de que primeiro a CDP cumpra e se não cumprir poderá ser o assunto encaminhado ao Ministério Público. O Sr. Presidente continuou a afirmar que no seu entendimento isso seria uma ameaça. A Conselheira Socorro Gomes observou que se vem trabalhando e se vem conseguindo, no sentido de buscar junto a Diretoria da CDP, os dados e as informações solicitadas e temos conseguido um certo avanço então, nesse sentido, solicitou a sua reconsideração do Conselheiro Gabriel Gasparetto, fazendo duas propostas, uma que chamaria uma Proposta de número 1, a outra Proposta de número 2, e que os Conselheiros votassem sinalizando com o dedo, até porque no momento ela não se manifestou, porque achou que seria colocada numa forma de alternativa, não sentindo que tenha ficado claro o que estava sendo posto, uma vez que sempre se vai poder ir a instancia superiores, mas quando se ficam de fato prejudicadas as questões maiores do porto. Informou que foi um atraso que aconteceu e que já foi dada a explicação do Diretor Nelson Simas, reforçando que vai se empenhar em trabalhar em cima desse atraso. O Conselheiro Gabriel Gasparetto informou que ontem foi levantado um problema operacional no Porto de Vila do Conde, de atraso na entrada de caminhões e o Diretor Nelso Simas pediu que fosse feito burocraticamente um Oficio para relatar aquilo que já tinha tomado conhecimento formal aqui e poderia já ter tomado providencia, como também ele poderia ter dito ao CAP, quando e porque não estava podendo trazer os dados e isso acontece useira e veseiramente, considerando um desrespeito e desconsideração ao CAP, não aceitando isso, sendo um direito seu pedir e que não vai reconsiderar, fazendo questão de que seja transcrito na Ata e as conseqüências de como vai usá-la, onde gostaria também da transcrição da fita desta reunião para ele. Solicitou um esclarecimento sobre um comentário que fez na reunião passada de que se o Aditivo tinha característica de ser ilegal, para se evitar de que se propusesse de que o CAP formalizasse a votação da ilegalidade do Aditivo que a ALUNORTE e a CDP, conjunto ou separadamente, se manifestassem de forma a dizer que estavam entendendo que havia dúvida daquilo, e se suspenderia pelo menos qualquer tipo de aplicação, solicitou a posição da CDP, se fez alguma coisa em relação a isso e se a ALUNORTE estivesse presente, que se manifestasse sobre isso também. O Conselheiro Marcelino Cavalcante colocou que realmente esteve conversando com o pessoal da CDP e ficou acordado que no caso especifico do coque e do piche, principalmente onde interferem as prioridades no berço 201, até porque os transportadores ainda não estão instalados, eles se comprometeriam junto ao CAP, de que como a CDP já tem no seu Orçamento em votação junto ao CAP, na questão da dragagem ela se comprometeria a fazer a dragagem e a ALUNORTE se comprometeria viabilizar o rebocador e, enquanto isso, as prioridades não seriam exercidas no berço 201. O Diretor de Gestão Portuária, Nélson Simas, informou que a CDP concordou com tudo que foi colocado pelo Conselheiro Marcelino Cavalcante, e que existe uma Lei que dispensa a CDP de solicitar a homologação de Aditivo ao CAP. O Conselheiro Geraldo Magela informou que gostaria de entender completamente, onde a ALUNORTE e a CDP estão comentando o seguinte: em relação ao berço 201, que é o Terceiro Termo Aditivo ao Contrato no 34/94, que a ALUNORTE se compromete a viabilizar os rebocadores para a CDP, dentro do Orçamento vai fazer a dragagem, e a ALUNORTE está falando que o Terceiro Termo Aditivo não teria validade no momento ou seja, ele está excluído porque não foram colocadas as correias transportadoras e, obviamente não terá nenhuma prioridade no berço 201 até que seja avaliada, então o Termo Aditivo estaria suspenso. O Diretor de Gestão Portuária, Nélson Simas, informou que a ALUNORTE viabiliza os rebocadores e a CDP vai fazer a dragagem ainda este ano  viabilizando os cais internos, abrindo dois berços internos, achando que o problema não vai existir. O Conselheiro Geraldo Magela, colocou que o problema não existindo, obviamente se pode considerar suspenso o Terceiro Termo Aditivo ou  seja, se considera suspenso o item de prioridades no berço 201. O Conselheiro Gabriel Gasparetto informou que se um Aditivo não foi homologado pelo CAP, a não ser que essa Lei, á qual o Diretor Nelson Simas se referiu seja posterior àquela que diz que o CAP homologa, que não interessa a Lei anterior e sim a atual, não tendo sido homologado o Termo Aditivo como um todo e não sendo válido, não pode ser um item especifico, o compromisso tem que ser um Aditivo como um todo e se a ALUNORTE vai disponibilizar rebocadores, se vai ser feito dragagem e se, como conseqüência, vai passar a ser disponibilizado novos berços que permitiriam voltar a análise de que aquele berço passe a ser dado a preferência ou prioridade conforme está hoje no Aditivo e não tem validade, acha que esse é um trabalho da Comissão, que não está podendo chegar ao resultado porque a CDP ainda não lhe levou os dados. Informou ainda que o resultado do trabalho da Comissão é que vai municiar o Conselho de como serão dadas as prioridades e preferências, bem como o uso adequado em todos os berços em Vila do Conde. Na sua opinião esse é o encaminhamento que tem que ser dado,  porque existe uma Comissão que está paralisada nos seus trabalhos porque ela não tem elementos, e quando ela receber os elementos vai concluir os trabalhos e trazendo ao Conselho e este é quem vai decidir quais são os caminhos que vão ser dados para os berços de Vila do Conde. O Conselheiro Paulo Brandão, informou que a Comissão tem um membro que precisa ser substituído que é o Sr. Pelágio Carvalho, pelo Sr. Ricardo Medina, que é o representante dos demais operadores portuários. O Conselheiro Kleber Menezes acredita que, pelas manifestações que foram colocadas, sem demérito naquilo que se julgou discutir a legitimidade do Terceiro Termo Aditivo, aquilo que foi dito pelo Conselheiro Geraldo Magela, ou seja, que aquele resumo entre a ALUNORTE e CDP, se forem confirmadas por ambas Empresas, que dará tempo para que a Comissão possa analisar os documentos que estão apensados na Carta, ficando de dar uma analisada e discutir com a CDP para que se possa prosseguir com os estudos da Comissão de Prioridades sem aquele temor de que algumas medidas e alguns reflexos daquele Aditivo pudessem prejudicar terceiros relacionados com a atividade portuária.  Solicitou uma posição clara da CDP e da ALUNORTE naquilo que o Conselheiro Geraldo Magela se reportou ou seja, se é verdade que os investimentos serão aportados pela CDP no que diz respeito a dragagem, e que gostaria também de conhecer essa legislação que o Diretor Nelson Simas mencionou, uma vez que realmente desconhece. O Conselheiro Marcelino Cavalcante ressaltou que vão viabilizar o uso de rebocadores para os usuários, até que a Comissão designe a ALUNORTE vai exercer essa situação. O Diretor de Gestão Portuária, Nélson Simas, informou que a CDP vai começar a fazer a dragagem na parte que tem para permitir que os navios entrem para os berços internos e que vai ser feita logo que seja viabilizada essa atracação de navios nos berços internos 202 e 302 e entregou ao Sr. Presidente a Carta contendo os dados solicitados pela Comissão, a qual já se encontrava pronta e em seu poder.  O Conselheiro Kleber Menezes informou que de sua parte considera plenamente atendido. O Sr. Presidente informou que tendo em vista o que o Conselheiro Kleber Menezes disse, que foi atendido nas reivindicações que fez, fica prejudicada a discussão que se teve, com relação a Carta que seria encaminhada para Presidência da CDP. O Conselheiro Gabriel Gasparetto informou que considerar prejudicada é um ponto de vista do Sr. Presidente, e que continua com o seu ponto de vista de que tudo vai ser relatado na Ata,  porque se estavam prontos os documentos que há três ou quatro meses o Conselho vem pedindo e o Diretor Nelson Simas, de posse dele, não entregou e permitiu aquela discussão, volta a dizer que é um outro  desrespeito, uma vez que no momento em que terminou, ele pega uma Carta pronta, e se estava com ele porque não entregou antes, tendo evitado tudo isso, o que mostra a desconsideração, desrespeito e escárnio que a CDP faz do Conselho. O Diretor Nélson Simas informou ser lamentável essa posição, e que essa Carta ficou pronta ontem, essa questão de produtividade, a CDP está empenhada em atender o CAP e tem todo o respeito pelo CAP e sabe da sua importância, e que só foi concluído esse trabalho ontem, não existindo por parte da CDP nenhum desrespeito, e o que lhe causa profunda tristeza é o seu posicionamento, uma vez que não querem confrontos, tendo que ter uma parceria saudável para os bem dos portos do Pará. O Sr. Presidente fez a leitura da Carta DIRPRE nº 339/2004, de 07.10.2004, encaminhada para o Conselheiro Kleber Menezes, com referência a Carta DIRGEP nº 09/2004, de 30.8.2004, que será enviada para todos os Conselheiros e pedindo ao Conselheiro Gabriel Gasparetto que reconsiderasse seu posicionamento, e aceitemos essa Carta como sendo a resposta. O Conselheiro Gabriel Gasparetto respondeu que em nenhum momento questiona os dados que tem na Carta, sendo ela apresentada e a Comissão vai analisar, não cabendo a ele analisar ou não, sendo o que foi questionado foi o atraso na entrega, e que o Diretor Nelson Simas sabia que a Carta estava pronta e permitiu toda uma discussão que poderia ser evitada, sendo esse é o fato 1, e o fato 2, uma coisa da qual não abre mão que é no principio o Sr.  Presidente encaminhou uma votação de forma legitima e democrática e depois decidiu descumprir seu resultado. O Sr. Presidente então pediu desculpas no que se excedeu ao Conselheiro Gabriel Gasparetto.

 

3 -

ENCERRAMENTO DOS TRABALHOS

Ao encerrar os trabalhos, o Sr. Presidente agradeceu a presença de todos e informou que a próxima reunião realizar-se-á nos dias 11 e 12.11.2004, em Santarém.   Nada mais havendo a tratar, eu, DÉBORA SALES LOBATO, lavrei a presente Ata, que lida e aprovada, foi assinada por mim e pelos Conselheiros. Belém, 08 de outubro de 2004.

 

 

 

 

 

ELÓI PORTELA NUNES SOBRINHO

Presidente

 

 

 

KLEBER FERREIRA DE MENEZES

Membro

CONTINUAÇÃO DA COMPLEMENTAÇÃO DA ATA DA 93a REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA DOS PORTOS DE BELÉM, VILA DO CONDE E SANTARÉM

 

 

 

MARIA DO SOCORRO PIRAMIDES SOARES

Membro

 

 

 

 

LUIZ IVAN JANAÚ BARBOSA

Membro

 

 

 

MARCELINO CAVALCANTE DA SILVA  NETO

Membro

 

 

 

RICARDO MEDINA VIANA

Membro

 

 

 

 

FRANCISCO  HERMOGENES DE OLIVEIRA PESSOA

Membro

 

 

 

 

CARLOS ALBERTO DA SILVA LEÃO

Membro

 

 

CONTINUAÇÃO DA COMPLEMENTAÇÃO DA ATA DA 93a REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DE  AUTORIDADE PORTUÁRIA DOS PORTOS DE BELÉM, VILA DO CONDE E SANTARÉM

 

 

 

AILTON ABADESSA DA SILVA

Membro

 

 

 

EDIVALDO DO NASCIMENTO BATALHA

Membro

 

 

 

 

GABRIEL DA SILVEIRA GASPARETTO

Membro

 

 

 

GERALDO MAGELA GOMES

Membro

 

 

 

DANILO OLIVO CARLOTTO REMOR

Membro

 

 

 

PAULO ROBERTO BRANDÃO

Membro