ATA DA 75a REUNIÃO DO CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA DOS PORTOS DE BELÉM, VILA DO CONDE E SANTARÉM

 

 

 

Data: 31.01.2003

Horário: 9h

Local: Sala de reunião da Companhia Docas do Pará - CDP

 

 

PRESENÇAS:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

AUSÊNCIAS

JUSTIFICADAS:

MARTINHO CÂNDIDO VELLOSO DOS SANTOS – Representante do Governo Federal,  JOÃO TERTULIANO ALMEIDA LINS NETO - Representante do Governo do Estado,  JOSÉ ANDRADE RAIOL  - Representante dos Municípios,  CARLOS ACATAUASSÚ NUNES e KLEBER FERREIRA DE MENEZES – Representantes da Administração do Porto, MARCELINO CAVALCANTE DA SILVA NETO  - Representante dos Titulares de Instalações Portuária Privadas,  LUIZ IVAN JANAÚ BARBOSA – Representante dos Armadores, PELÁGIO ARAÚJO DE CARVALHO – Representante dos Demais Operadores Portuários Privados, EDIVALDO DO NASCIMENTO BATALHA – Representante Trabalhadores Portuários Avulsos,  JOSE MARIA POSSA ANDRADE e  OLÍVIO SOUZA DA COSTA – Representantes dos Demais Trabalhadores Portuários, LEÔNIDAS ERNESTO DE SOUZA  – Representante dos Exportadores e Importadores de Mercadorias, DANILO OLIVO CARLOTTO REMOR  Representante dos Proprietários e Consignatários de Mercadorias, PAULO ROBERTO BRANDÃO – Representante dos Terminais Retroportuários. Como convidados, os Srs. Guilherme Oliveira Braga – Diretor Presidente da CDP,   Marcus Aurélio Caldeira Antunes  – Inspetor da Receita Federal, Maria Jocelina Ferreira  - Engenheira da CDP,  Rui Carneiro e Patrícia Rosset – Arquitetos da R. C. CARNEIRO.

 

 

EDIVALDO MELO DE SOUZA, VALDEMIRO AGUIAR MARTINS GOMES, GABRIEL DA SILVEIRA GASPARETTO, ELIAS SALAME DA SILVA e ROBERTO SEIXAS SIMÔES..

 

1.

EXPEDIENTE:

 

1.1 -

Leitura e aprovação da Ata da reunião anterior.

 

Foi lida e considerada aprovada a ata da reunião anterior. 

 

2 -

ORDEM DO DIA:

 

2. 1-

Avaliação do Desempenho da CDP . A fim de fazer a explanação, foi convidado Diretor Presidente em exercício da CDP, Guilherme Braga, o qual  apresentou Quadros com os dados da Empresa relativos ao seu desempenho no exercício de 2002, relacionando-os com os dos cinco últimos exercícios anteriores. Na oportunidade, demonstrou que a carga teve discreta elevação, entretanto a receita registrou um crescimento. Prosseguindo, aduziu que a evolução dos custos é considerada natural, face o repasse de custos devidos os reajustes contratuais. Ressaltou que a capitalização da Empresa, além da movimentação da Albrás, foi favorecida pela recuperação de áreas operacionais ocupadas por terceiros, que reverteram ao patrimônio da Empresa e permitiram a recuperação da receita patrimonial e, ainda, operacional de forma indireta. Complementando, aduziu que essa disponibilidade em aplicação financeira, tem permitido, via receita financeira, melhorar seu capital de giro e permitam alguns investimentos. Em complementação, esclareceu que a Empresa resgatou suas dívidas trabalhistas e com ISS, sendo que as obrigações assumidas com o ressarcimento da obra da ALUNORTE, são  resgatadas com bonificação em tonelagem, sem prejuízo do fluxo de caixa da Empresa. Enfatizou também, que o planejamento tributário foi fundamental para essa recuperação financeira. Com relação a custo, informou que tem sido política da Empresa, que tem folha salarial pequena e espera que, com a implantação do circuito interno de TV, possa reduzir os custos de vigilância terceirizada que são significativos e pouco eficiente se comparados.  O Conselheiro Kleber Menezes ao se pronunciar a respeito do assunto, disse que o faria, primeiro, como membro da Diretoria Executiva da CDP até 31/12/2003. Nessa ótica, manifestava sua satisfação quanto à invejável situação financeira da CDP, que no período de 1997 a 2002, passou de uma liquidez de 1.18 para 4.21, índice que poucas empresas brasileiras podem ostentar, sendo esse um motivo de júbilo e orgulho. Segundo, como Diretor de Gestão Portuária da CDP, disse que tais indicadores são, isto sim, motivo de grande pesar e por que não dizer, de vergonha, uma vez que é paradoxal que uma Companhia tão superavitária financeiramente, não esteja podendo utilizar essa liquidez, que beira os R$ 20 milhões em usufruto do ambiente portuário, como por exemplo, recuperando as instalações e equipamentos do Porto de Belém. Justificou, contudo, que tal utilização de recursos próprios para obras e serviços de infra-estrutura não vem sendo permitida pelo Governo Federal  em virtude de restrições impostas pelo plano geral orçamentário do País, que obriga as empresas estatais a contribuírem na obtenção das metas de superávit da nação. A CDP todos os anos, em sua proposta orçamentária, solicita a utilização desses recursos, que sofrem cortes no âmbito do executivo federal. Pede, por fim, aos conselheiros que, quando da elaboração da proposta orçamentária para o exercício 2004, a mesma, qualquer que venha a ser o poder cessionário dos portos paraenses, seja acompanhada de uma deliberação deste CAP requerendo sua manutenção na íntegra. O Conselheiro Danilo Remor informou que as exportações do Estado do Pará, decresceram em quase 1%, ficando praticamente igual a do ano passado, sendo da opinião que muito coisa ainda falta ser feita para melhorar essa situação para o crescimento da exportação, achando  que há uma tendência de crescimento a partir da ampliação do Porto de Vila do Conde. Informou ainda que o porto de Belém tem suas limitações, porém há necessidade da CDP fazer uma revisão dos atuais operadores portuários, ou seja, quem está cumprindo realmente com a legislação vigente. O que se verifica é que poucos tem equipamentos para operar no porto de Belém, usando o exemplo de que a única empilhadeira de grande porte está emprestada do Porto de Macapá, devendo ser tomadas algumas medidas, principalmente quanto a questão dos equipamentos portuários, questão essa emergencial. Sugeriu que a CDP comprasse os equipamentos necessários e arrendasse para os Operadores Portuários, uma vez que muitos não tem condições de adquiri-los. O Diretor Presidente em exercício da CDP, Guilherme Braga, comunicou que o Conselheiro Danilo Remor manifestou preocupação quanto a situação operacional do porto, em função da perda de embarque com reflexos negativos para o exportador. Informou que com a implantação do controle informatizado,  a questão da falta de espaço foi agravada, oportunidade em que ficou comprovado, que o Operador Portuário não está aparelhado o suficiente para sua função, tendo sido obrigada a CDP a trazer sua empilhadeira para a situação não se agravar. Informou ainda, que está viabilizando a retirada definitiva do beiral do Armazém 11, que impediria as seguidas avarias que se materializavam com as operações. O conselheiro Paulo Brandão informou que participou de algumas reuniões na FIEPA, onde esse assunto foi muito discutido e, mesmo sendo Operador Portuário, defendeu e isentou a CDP de qualquer culpa por causa dos equipamentos. Opinando que a culpa são  de alguns  Operadores Portuários, porque a Lei existe para ser cumprida e que a CDP deve obrigar o Operador a se equipar dando, inclusive, prazo para isso. Informou também que outro assunto abordado nessas reuniões é o do espaço de desova de cargas, mostrando  que a CDP não tem local adequado no caso específico de carga frigorificada, onde apresentou algumas soluções que resolvam o problema de imediato, sendo necessário que os Operadores Portuários partam para uma solução definitiva. O Conselheiro Edivaldo Batalha, informou que alguns Operadores Portuários relaxam com  relação a segurança do trabalhador na questão do material utilizado nos contêineres, e solicita que sejam tomada as providências quanto a manutenção dos contêineres, uma vez que os acidentes têm sido constantes.

 

2. 2-

Apresentação do Projeto, Especificações Técnicas, Planilha Orçamentária do prédio que abrigará o OGMO, no Porto de Belém. Foram convidados os Arquitetos Rui Carneiro e Patrícia Rosset, para que fizessem a apresentação do Projeto para construção do prédio do OGMO. O Arquiteto Rui Carneiro procedeu as explicações do Projeto Básico, esclarecendo algumas dúvidas levantadas na reunião anterior. Após várias discussões e esclarecimentos no tocante a colocação de elevador mecânico para o segundo andar e feitas todas as considerações, o projeto básico foi submetido à aprovação do Colegiado, o qual foi aprovado por unanimidade.

 

2. 3-

Aprovação do Calendário das Reuniões para o exercício de 2003. O Sr. Presidente apresentou proposta para o Calendário das reuniões para o exercício de 2003, sendo o mesmo apreciado e aprovado por unanimidade.

 

3 -

COMUNICAÇÕES:

 

3.1 -

Andamento da Licitação do Terminal de Contêineres do Porto de Vila do Conde -  CONVICON. O Diretor Presidente da CDP, Guilherme Braga, informou que em função de Portaria Ministerial, foram suspensos todos os procedimentos de licitação para arrendamento de áreas portuárias, sendo que a CDP possui um único arrendamento na vigência dessa Portaria, que é o do Terminal de Contêineres do Porto de Vila do Conde, cujo único interessado a apresentar documentação foi a firma TRANSNAV TRANSPORTES E REPRESENTAÇÕES, o que foi aceito pela Comissão, tendo sido lavrada uma Ata, acusando o recebimento da documentação, porém não seria aberto em função do que consta na Portaria. Informou também que o processo seguirá normalmente, de forma amparada pela legislação, a partir do momento em que for suspensa essa vedação. O Conselheiro Kleber Menezes informou que há uma expectativa que o Terminal de Contêineres do Porto de Vila de Conde, possa ser inaugurado, concomitantemente com as conclusões das obras previstas para junho/2003, e a expectativa de que em vinte ou trinta dias esse processo licitatório possa seguir seu curso normal, a fim de a firma vencedora atinja o mesmo cronograma e se possa contar com esse Terminal a partir de 01.7.2003.  O Conselheiro Paulo Brandão solicitou ao CAP e a Federação das Indústrias do Estado do Pará, que intercedessem junto ao Ministério dos Transportes, para liberação da licitação, uma vez que o processo já foi submetido às várias apreciações, inclusive esclarecida em audiência pública, não envolvendo nenhum recurso federal, bem como o alto investimento.  Informou ainda que já obteve a concordância, em Assembléia Geral do Sindicato dos Estivadores, de ser concedido um desconto de 25% nas tarifas de cabotagem e 50% de cargas em trânsito. Solicitou que fosse colocada em discussão, a concessão pela Autoridade Portuária de um desconto na tarifa de cabotagem, da mesma maneira em que outros CAP´s concederam. O Conselheiro Danilo Remor parabenizou o Conselheiro Paulo Brandão e o Sindicato dos Estivadores, pela iniciativa que vai viabilizar a logística e os custos. Informou que a Federação e o Centro das Indústrias, estarão à disposição, por ser um projeto extremamente importante. O Sr. Presidente propôs fazer uma consulta a Consultoria Jurídica do Ministério dos Transportes, para ver a possibilidade de uma solução administrativa. Caso negativo, já se contaria com a aprovação do Colegiado para emissão de uma correspondência do CAP ao Secretário Executivo do MT, fazendo uma exposição de motivos a fim de que a questão do prosseguimento da licitação fosse apreciada. Quanto a consideração feita pelo Conselheiro Paulo Brandão, no tocante a redução tarifária, sugeriu que a Autoridade Portuária procedesse um estudo, apresentando o resultado numa próxima oportunidade.

 

3.2 -

Carta DIRGEP n0 55/02 de 31.12.2002  e Carta DIRPRE n0 553/2002, de 31.12.2002 – Termo de Renúncia. O Conselheiro Carlos Acatauassú informou que no dia 31.12.2002, ele e os Diretores Kleber Menezes e Guilherme Braga, foram convidados pelo Sr. Governador do Estado, para assumirem a primeira diretoria da Companhia de Portos e Hidrovias do Estado do Pará – CPH, criada em julho de 2000, pelo Sr. Governador Almir Gabriel, e aprovada pela Assembléia Legislativa. Em seguida fez uma síntese da criação da CPH, até a assinatura do Convênio de Delegação n0 010/2002, de 14.12.2002. O Conselheiro Danilo Remor informou que, em nome da classe industrial do Estado, encaminhou documento ao Ministério dos Transportes, no sentido de que seja dado prosseguimento ao processo de estadualização da CDP, uma vez que pretendem que os portos sejam modernizados e recebam os investimentos necessários tanto do Governo do Estado, como do Governo Federal. Informou ainda que não se pode entrar na discussão política e sim, na discussão técnica, ou seja, que a situação seja resolvida para não trazer prejuízo aos portos do Estado. O Presidente em exercício da CDP, Guilherme Braga, informou que no dia 29.01.2002, na última reunião do Conselho de Administração, enfatizou que essa situação gera intranqüilidade no corpo funcional da Empresa, como também no âmbito dos Operadores Portuários e dos Usuários do porto, que ficam até mesmo sem saber a quem se dirigir, pelo que solicitou, em nome da qualidade do serviço prestado, que a situação fosse resolvida o mais rápido possível. O Conselheiro Kleber Menezes observou que o Convênio de Delegação, é um ato jurídico perfeito, vigorando a partir de 01.01.2003 e estabelece na sua Cláusula 3a , que o Delegatário exercerá nos portos as funções de Autoridade Portuária. Então quem representa a Autoridade Portuária nos portos paraenses é a CPH, desde que não haja denúncia ou fato superveniente que mostre que ele é inexeqüível, dentro de noventa dias, ou seja, mesmo que o Sr. Ministro, através de uma Portaria, venha nomear outros representantes da Autoridade Portuária no CAP, eles podem ser representantes, mas a legítima Autoridade Portuária dos portos paraenses, por força do Convênio de Delegação, e que está fundamentada em legislação específica, é a CPH e o representante estará em nome da CPH.

 

3.3 -

Carta DIRPRE n0 10/2003 – CPH, de 09.01.2003, solicita indicação dos representantes das classes empresariais e dos trabalhadores para compor o Conselho Superior da CPH. O Sr. Presidente informou que a Carta diz respeito as indicações dos membros para comporem o Conselho Superior da Companhia de Portos e Hidrovias do Estado do Pará, que eqüivale o Conselho de Administração da CDP, previsto no Artigo 30, Parágrafo 10 , Inciso XIX da Lei 8.630/93. O Conselheiro Carlos Acatauassú esclareceu que a Lei n0 6.308, que criou a CPH, criou o Conselho Superior, o qual  era constituído de seis entidades, quais sejam: Secretário Especial de Estado de Integração Regional, (Presidente), o Presidente da CPH (membro nato), Secretário de Estado de Gestão e Orçamento Financeiro, Secretário de Estado Executivo de Transportes, e dois Secretários de Estado que seria da SECTAM e Planejamento. Com a assinatura do Convênio de Delegação verificou-se que teria que ser modificado essa Lei, uma vez que a Lei n0 8.630/93, exige que os Conselhos Superiores ou Conselho de Administração, tem que ter dois elementos indicados pelo CAP, o que foi aprovado pela Assembléia Legislativa no dia 23.01.2003, passando o Conselho Superior a ser constituído pelos seguintes membros: Secretário Especial de Estado de Integração Regional, (Presidente), o Presidente da CPH (membro nato), Secretário de Estado de Gestão e Orçamento Financeiro, Secretário de Estado Executivo de Transportes, um representante da Classe dos Trabalhadores e um representante da Classe Empresarial. Esclareceu que para o Conselho de Administração da CDP, o CAP indicou um membro da classe empresarial e um membro da classe dos trabalhadores. O dos empresários foi um acordo com o grupo de empresários, e o dos trabalhadores foi feita uma eleição, e as indicações solicitadas são para compor o Conselho Superior da CPH, nada tendo a ver com a composição do Conselho de Administração da CDP, daí a correspondência ser dirigida ao Presidente do CAP. Manifestando-se, o Conselheiro José Maria Possa informou que a posição do Sindicato dos Portuários, é de que não poderia indicar um representante para CPH, em virtude do processo de estadualização da CDP estar sobrestado. O Conselheiro Carlos Acatauassú  esclareceu que o Estatuto da CPH diz que o Conselho Superior é formado por seis membros, porém com a presença de quatro membros eles poderão ser reunir. Assim, o Conselho está se reunindo normalmente, em pleno exercício. Informou que sua obrigação era de encaminhar a solicitação para indicação ao Presidente do CAP, porém se não acharem oportuno, o Conselho não deixará de ser reunir. O Conselheiro José Raiol  solicitou que a matéria seja retirada da pauta, em virtude da solicitação de indicação ser datada do dia 09.01.2003, anterior à decisão ministerial de sobrestar o processo de estadualização no dia 10.01.2003, e, na sua opinião, qualquer indicação ou relação que se faça entre a CDP e a CPH, está dentro de um processo do qual foi sobrestado, portanto, a própria indicação vai de encontro à ordem ministerial. O Sr. Presidente observou que existe um Ato formal de constituição de uma Empresa, um Ato formal de Delegação assinado por um Ministro de Estado, um Ato do Conselho Nacional de Desestatização, que inclusive arrola a CDP entre as Empresas em processo de extinção. São Atos formais que não se pode desconhecer. O processo foi sobrestado pelo Ministro, numa reunião conjunta dos Conselhos de Administração e Fiscal da CDP, não significando que o mesmo tenha sido concluído. Informou que o Conselho Superior da CPH pode funcionar com quatro membros, porque a Lei assim autoriza, independentemente de ter a representação dos empresários e dos trabalhadores. No entanto, por dever de ofício, apresenta a solicitação para colocar em discussão pelos Conselheiros. Finalizando, sugeriu que seja feita uma consulta formal ao Ministério dos Transportes, solicitando um esclarecimento quanto ao ato de sobrestar o processo de estadualização da CDP e, conforme o resultado dessa consulta serão dirigidas correspondências aos dois blocos, a fim darem seguimento nas suas indicações.

 

4 -

ASSUNTOS GERAIS

 

4.1 -

O Conselheiro Danilo Remor propôs que fosse formada uma Comissão para proceder uma reavaliação de qualificação dos Operadores Portuários, em virtude da necessidade de diligência muito séria, sugerindo uma Norma mais rígida.

      

5  -

ENCERRAMENTO DOS TRABALHOS

      Ao encerrar  os trabalhos, o Sr. Presidente agradeceu a presença de  todos, e informou que a próxima reunião realizar-se-á no dia 28.2.2003,  nada mais havendo a tratar eu, DÉBORA SALES LOBATO, lavrei a presente Ata, que lida e aprovada, foi  assinada por mim e pelos Conselheiros. Belém, 31 de janeiro  de 2003.

 

 

 

 

MARTINHO CÂNDIDO VELLOSO DOS SANTOS

Presidente

 

 

 

JOÃO TERTULIANO ALMEIDA LINS NETO

Membro

 

 

 

JOSÉ ANDRADE RAIOL

Membro

CONTINUAÇÃO DA ATA DA 75a REUNIÃO DO CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA DOS PORTOS DE BELÉM, VILA DO CONDE E SANTARÉM.

 

 

 

 

CARLOS ACATAUASSÚ NUNES

Membro

 

 

 

MARCELINO CAVALCANTE SILVA NETO

Membro

 

 

 

LUIZ IVAN JANAÚ BARBOSA

Membro

 

 

 

PELÁGIO ARAÚJO DE CARVALHO

Membro

 

 

 

EDIVALDO DO NASCIMENTO BATALHA

Membro

 

 

 

 

OLÍVIO SOUZA COSTA

Membro

CONTINUAÇÃO DA ATA DA 75a REUNIÃO DO CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA DOS PORTOS DE BELÉM, VILA DO CONDE E SANTARÉM.

 

 

 

 

JOSÉ MARIA POSSA ANDRADE

Membro

 

 

 

LEÔNIDAS ERNESTO DE SOUZA

Membro

 

 

 

DANILO OLIVO CARLOTTO REMOR

Membro

 

 

 

PAULO ROBERTO BRANDÃO

Membro