ATA DA 66a REUNIÃO DO CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA DOS PORTOS DE BELÉM, VILA DO CONDE E SANTARÉM

 

 

 

Data: 07.3.2002

Horário: 9h

Local: Sala de reunião da Companhia Docas do Pará - CDP

 

 

PRESENÇAS:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

AUSÊNCIAS

JUSTIFICADAS:

 MARTINHO CÂNDIDO VELLOSO DOS SANTOS e ELÓI PORTELA NUNES SOBRINHO – Representantes do Governo Federal,  JOÃO TERTULIANO ALMEIDA LINS NETO – Representante do Governo do Estado, CARLOS ACATAUASSÚ NUNES – Representante da Administração do Porto, ANTÔNIO CELSO SGANZERLA – Representante dos Armadores, MARCELINO CAVALCANTE DA SILVA NETO  - Representante dos Titulares de Instalações Portuária Privadas,  JOSÉ ERIVALDO DA SILVA FILHO – Representante dos Demais Operadores Portuários Privados, EDIVALDO DO NASCIMENTO BATALHA e EDVALDO MELO SOUZA – Representantes dos Trabalhadores Portuários Avulsos,  SEBASTIÃO LÚCIO BENEVIDES ARAÚJO e  OLÍVIO SOUZA DA COSTA – Representantes dos Demais Trabalhadores Portuários, GABRIEL DA SILVEIRA GASPARETTO  – Representante dos Exportadores e Importadores de Mercadorias e DEMORVAN JAIME TOMEDI  Representante dos Proprietários e Consignatários de Mercadorias, DANILO OLIVO CARLOTTO REMOR e ELIAS SALAME DA SILVA  - Representante dos Proprietários e Consignatários de Mercadorias  e ROBERTO SEIXAS SIMÕES – Representante dos Terminais Retroportuários. Como convidados, os Srs. Kleber Ferreira de Menezes – Diretor de Gestão Portuária da CDP, Marcus Aurélio Caldeira Antunes – Inspetor da Receita Federal, Américo Duarte Silva Filho  - Gerente Filial Belém da WILPORT.

 

 

JOSÉ ANDRADE RAIOL,  VALDEMIRO AGUIAR MARTINS GOMES.

 

1.

EXPEDIENTE:

1.1 -

Leitura e aprovação da Ata da reunião anterior.

 

Foi lida e considerada aprovada a ata da reunião anterior. 

 

2 -

ORDEM DO DIA:

 

2. 1-

Discussão do Termo de Referência do Terminal de Contêineres do Porto de Vila do Conde.  O Diretor de Gestão Portuária,  Kleber Menezes, fez uma síntese do que foi discutido na reunião anterior. Pediu desculpas por não apresentar o Termo de Referência definitivo, prometendo entregá-lo com quinze dias de antecedência para a análise e nessa reunião, com a presença do Consultor Frederico Bussinger, para que conjuntamente, possam expor aos Conselheiros as premissas do arrendamento. Entregou aos Conselheiros cópia do relatório da Audiência Pública, que engloba uma grande parte das dúvidas e considerações recebidas. O Sr. Presidente, fez alguns comentários com relação a modelagem quem contempla  basicamente dois aspectos : 1- a receita que a CDP espera ter com o arrendamento. Na sua opinião o Conselho deve  fixar uma posição no sentido de que essa modelagem de cobrança pelo prestador de serviço (pelo arrendatário), siga um critério em que a prestação do serviços seja a preços decrescentes na  medida em que houvesse ganho de eficiência no decorrer do tempo. 2 - a CDP reanalisar o  estabelecimento de um valor fixo para remunerar o arrendamento ou considerá-lo como um parâmetro variável a ser proposto pelos licitantes e, portanto, a ser julgado na licitação. O Conselheiro Elói Nunes, frisou a importância de um estudo de fluxos de cargas, a fim de ser verificada a viabilidade de condicionamento na ponte de acesso. O Diretor de Gestão Portuária Kleber Menezes, explicou que a CDP já definiu a sua estratégia mas está aguardando as considerações dos participantes da Audiência Pública, para concluir o Termo de Referência. O Conselheiro Danilo Remor, questionou sobre a iniciativa de investimentos para viabilizar o Porto de Vila do Conde, ter que partir da iniciativa privada, enquanto que em todo Brasil, o início para o desenvolvimento de qualquer região se dá  com recursos públicos de investimentos. Na sua opinião o Governo Federal deveria dar a infra-estrutura de partida para desenvolvimento de um porto preferencial da região, como investiu em portos como: Fortaleza (Pecem), Recife(Suape), São Francisco do Sul, Itajaí, etc. uma vez que o que se busca é a competitividade com os mesmos, com fretes e custos que existem nas outras regiões para que o Estado possa crescer. O Sr. Presidente, informou que a intenção desse processo é colocar nas mãos da iniciativa privada, uma atividade que se pretende implantar através de um ganho de produtividade de oferta de serviço a preços competitivos no mercado, tirando o poder público dessa atividade. Frisou que a infra-estrutura a ser implantada se limita a melhoramento de pátio, cabendo à iniciativa privada que vai operar o serviço, estabelecer  as suas necessidades. O poder público está disponibilizando para a iniciativa privada  a infra-estrutura do porto já existente. O que pode ser rediscutido no esboço dessa modelagem, é o estabelecimento de investimentos obrigatórios, ou seja,  deixar que a iniciativa privada estabeleça quais são os seus investimentos prioritários  em função do crescimento do seu mercado  o papel do governo é de disponibilizar a infra-estrutura essencial, compreendendo o porto,  que já existe, e os  seus acessos. O Conselheiro Danilo Remor, observou que se tratando de região amazônica deve-se ir muito além do que foi colocado pelo Presidente do CAP, que só a questão do pátio é muito pouco, e que o Governo Federal, deve entrar sim com recursos para infra-estrutura com fez com outros portos, inclusive com a aquisição de equipamentos para o porto, e a partir daí a operação do porto se privatize. O Conselheiro Elias Salame, concordou que são necessários investimentos públicos para que a iniciativa privada possa posteriormente proceder seus investimentos. Informou que não é contra o arrendamento mas que não prejudique o desenvolvimento e que não tire a possibilidade de reivindicar os investimentos públicos. O Conselheiro Gabriel Gasparetto, é de opinião que o CAP deve ser pragmático e continuar na linha que a CDP está propondo, aperfeiçoando ao máximo todos os parâmetros e mantendo, dentro da plenitude da competência do CAP, tudo aquilo que tem de decisões prévias para depois controlar e supervisionar, uma vez que na sua opinião o Governo Federal não tem interesse em fazer nenhum investimento na região. O Conselheiro Edivaldo Batalha, ratificou as colocações do Conselheiro Danilo com relação a discriminação do Governo Federal para com a região amazônica, tomando a posição de que os investimentos para a infra-estrutura devem ser do Governo Federal. O Diretor de Gestão Portuária, Kleber Menezes, explicou que com relação  a questão dos investimentos públicos são fatores políticos, fugindo da alçada da CDP. Na sua opinião a sociedade paraense deve mostrar a capacidade de superação dos problemas locais, devendo dentro desse escopo de discussão bem aberto nas Audiências Públicas e no CAP, deverá ser feita uma modelagem dentro daquilo que é o melhor para a sociedade. O Conselheiro José Erivaldo, ratificou a proposta apresentada anteriormente de que o arrendamento do Terminal de Contêineres do Porto de Vila do Conde deveria ocorrer dois anos depois que tivesse uma infra-estrutura mínima de operação, democratizado o sistema, fazendo com que os operadores portuários existentes em Belém que já operam com contêiner, bem como aqueles que estão já fazendo um planejamento para médio prazo, teriam que iniciar essa operação, ou seja, já começaria a migração da carga paulatinamente e os operadores existentes no mercado poderiam ir também se preparando para essa nova realidade. O Sr. Presidente concordou com o Conselheiro Gabriel, de que o que se está procurando é adotar uma postura pragmática e buscar soluções, uma vez que hoje a CDP não dispõe de recursos para fazer ela mesma esse investimento, tentando montar uma engenharia de modo a estabelecer uma parceria para alavancar esses recursos para o referido investimento. O Diretor de Gestão Portuária,  Kleber Menezes, informou que, embora discordando da posição do Conselheiro José Erivaldo, será incluída na nova versão do Relatório. O Conselheiro Gabriel Gasparetto, observou que deverá ser definido pelo CAP, se a CDP continua ou não nessa linha de trabalho da iniciativa privada ou qual a linha que o CAP deseja que seja adotada. O Sr. Presidente, colocou a proposta em votação, para que a CDP dê seguimento ao processo como tal está sendo constituído. A proposta foi aprovada por unanimidade.

 

2. 2-

Revisão do Regimento Interno no que diz respeito a periodicidade das reuniões – Dr. Martinho Santos. O Sr. Presidente informou que se trata de uma consulta aos Conselheiros para a revisão do Artigo 11 do Regimento Interno do CAP, no que diz respeito a redução das reuniões de 12 para 8 ao ano, e a cada 45 dias. O Conselheiro Gabriel Gasparetto foi de opinião que o calendário atual ficasse mantido e aproveitou a oportunidade para solicitar a revisão em dois outros artigos, por achar que não estão bem adequados. Em vista da manifestação do Plenário no tocante à manutenção das reuniões mensais, o  Sr. Presidente retirou a sua proposta. Todavia, com a aprovação geral, foi constituída uma Câmara Técnica, formada pelos Conselheiros Gabriel Gasparetto, Marcelino Silva Neto e, pela CDP, o Sr. Otílio Conceição, a fim de ser feita uma revisão no Regimento, e apresentado o trabalho para análise na próxima reunião.  

 

 

3 -

COMUNICAÇÕES:

 

3.1 -

O Inspetor da Receita Federal, Marcus Aurélio Antunes, comunicou que a Comissão do PROHAGE está fazendo uma pesquisa de opinião para saber da satisfação dos usuários dos serviços públicos nos portos de Belém e Vila do Conde. Explicou todos os detalhes da pesquisa e informou que os órgãos avaliados são: Alfândega, Polícia Federal,  Capitania dos Portos, Vigilância Sanitária, Delegacia de Agricultura, CDP, Delegacia de Trabalho, IBAMA e Secretaria da Fazenda.

 

 

4 -

ASSUNTOS GERAIS

 

4.1 -

Carta s/n da Pará Navegação e Serviços Marítimos Ltda, de 20.01.2002 – comunica a chegada do Navio Escola de bandeira francesa denominado SS Belém, para o dia 29.3.2002, no Porto de Belém. O Conselheiro José Erivaldo informou que já recebeu a resposta com relação à segurança do navio e que  quem deverá tratar disso é o CESPORTOS, que atua na área de segurança. Informou ainda que os agentes vem sendo questionados sobre a atuação do Governo do Estado para dar melhor proteção às embarcações que chegam na região amazônica.

 

      

4.2 -

Cartas s/n da COPRAL – COMÉRCIO E NAVEGAÇÃO LTDA, de 27.02.2002 – solicita reconsideração do valor aprovado para o Seguro de Responsabilidade Civil. Carta SINDOPAR n0 002/2002, de 05.3.2002 – referente Seguro de Responsabilidade Civil. O Sr. Otílio Conceição informou da obrigatoriedade de contratação de firma de seguro de responsabilidade civil, sendo que os valores, sugeridos pelo representante dos operadores e aprovado pelo CAP, está sendo questionado, sugerindo então um reestudo para ser trazido para a próxima  reunião. O Conselheiro Marcelino Cavalcante sugeriu que qualquer pedido de revisão deveria passar primeiro pela CDP, que faria um parecer técnico mostrando as alternativas, com toda uma metodologia, a fim de que os membros do CAP pudessem analisar com antecedência e ter subsídios para votar na reunião. O Sr. Presidente informou que o assunto seria encaminhado para a CDP, a fim de ser feito o reestudo, procurando rever os valores, estratificando por atividade e apresentando essa proposição na próxima reunião.  

 

 

4.4 -

O Conselheiro Celso Sganzerlla solicitou esclarecimentos da Diretoria da CDP sobre as matérias que estão sendo veiculadas nos jornais sobre a possível estadualização da Empresa. O Sr. Presidente informou que foi criada uma Comissão, no âmbito do Ministério dos Transportes para tratar sobre esse assunto. O Conselheiro Carlos Acatauassú informou que a Lei n0 9.277, estabelece que cabe ao Governo Federal, delegar ou conceder portos ou rodovias, através do Ministério dos Transportes e por convênios, aos Estados ou Municípios. Esclareceu que o Governo do Estado solicitou há dois anos a delegação de todos os portos da CDP para o Estado do Pará, pleito este que não progrediu, ficando sustado no Ministério dos Transportes. Informou ainda que foi comunicado, recentemente, pelo Ministério dos Transportes sobre a nomeação de uma Comissão para estudar  a conveniência ou interesse de concretização dessa estadualização ou seja, a questão de pessoal, arrendamento e patrimônio da CDP, bem como os planos do Governo do Estado para a CDP. Informou  que a Comissão está constituída de oito elementos: Aristarte Leite Júnior, Newton Moura (Ministério dos Transportes),  Carlos Acatauassú, Guilherme Braga (CDP), José Augusto Afonso, Aluísio Campos, Manoel Santino e Aline pelo Governo do Estado do Pará. Informou também que na primeira reunião realizada no dia 05.3.2002, na Secretaria Executiva do MT, ficou estabelecido que a primeira parte do Trabalho é a apresentação, pelo Governo  do Estado, de um plano para todos os nove portos, com o que pretende fazer, provando e demonstrando a importância deles para o programa de economia do Estado, como veículos de modais de transportes e de integração de produção. Da parte da CDP deverá relacionar a questão social, pessoal, débitos, créditos e um espelho geral da situação da CDP. Informou ainda que a próxima reunião será realizada em Belém, no Gabinete do Governador do Estado, no dia 13.03.2002, para no prazo de sessenta dias apresentar o resultado para o Ministério dos Transportes, ou seja, se o Projeto é viável ou não. Colocou como condição primordial a questão do pessoal que tem que ser totalmente aproveitado e que os recursos que tiverem em caixa não fiquem para o novo dono, devendo retornar para a União. O Conselheiro Gabriel Gasparetto, solicitou registro de que não é a primeira vez que o Conselho toma conhecimento de fatos da maior importância, através do jornais. Observou que a CDP deveria ter trazido a informação de imediato ao conhecimento do CAP, do fato que talvez seja o mais importante já tratado até agora, uma vez que se trata de uma eventual transferência de propriedade de todos os Portos da Companhia, o que, na sua opinião, trata-se de uma desconsideração para com Conselho. O Sr. Presidente esclareceu que a Comissão não está processando efetivamente essa transferência e sim ainda está estudando o assunto ou seja, a viabilidade ou não de ter prosseguimento do pleito do Estado no sentido dessa estadualização. O Conselheiro Sebastião Araújo, questionou sobre a real intenção do Governo  Estadual no interesse da estadualização da CDP, uma vez que esse assunto é bastante preocupante para todos os funcionários. O Conselheiro João Tertuliano, respondeu que o Governo do Estado, ainda está fazendo uma avaliação sobre a conveniência ou não de se fazer essa estadualização. Esclareceu que já existe uma Lei pronta para receber o patrimônio da CDP, no caso desse processo ser concretizado, porém não significa que a estadualização já esteja consumada e para isso, foi criada a comissão, que ainda está na fase de estudo. O Conselheiro Gabriel Gasparetto, solicitou que ficasse registrada a sua indignação pelo fato do CAP não ter sido informado através de pauta de reunião, do relato da existência formal do fato  e que daqui para frente o Conselho passe a acompanhar todo o processo, uma vez que em determinadas situações ele não tem participado com a amplitude da sua importância e da sua autoridade. O Conselheiro Olívio Souza, demonstrou também preocupação com relação a situação funcional, tendo em vista os interesse políticos que acabam prevalecendo nessas situações, embora haja a promessa de que o corpo funcional não será mexido, porém, o que se tem conhecimento, é que posteriormente a política acaba superando o bom senso. Informou também que até a presente data, os funcionários somente tomaram conhecimento dos relatos saídos na imprensa. O Diretor de Gestão Portuária, Kleber Menezes, informou que o Conselheiro Carlos Acatauassú, estava aguardando o momento de se pronunciar a respeito desse assunto, em Comunicações,  informando a criação da Comissão e esclarecendo os fatos, seguindo o roteiro da Ordem  do Dia da reunião. Esclareceu que a CDP de forma alguma sonegou informação para o Conselho, mesmo porque a Comissão só foi constituída no dia 23.02.2002, posteriormente à última reunião do CAP, e como houve o questionamento do Conselheiro Celso Sganzerla antes do pronunciamento do Conselheiro Acatauassú, houve essa falta de sincronismo. O Conselheiro Carlos Acatauassú, informou que se reunirá com a Diretoria do SINDIPORTO, no dia 08.03.2002 para tratar sobre esse assunto, prestando todas as informações necessárias e o andamento das reuniões, mostrando inclusive a minuta padrão dos Convênios que estão sendo utilizados por todos os casos semelhantes. Esclareceu ainda que a decisão do Ministério dos Transportes em estadualizar todos os portos da CDP, transcende às atribuições do CAP cuja atuação é operacional e restrita a apenas três portos, pelo que continuará existindo mesmo com a estadualização da Empresa. Finalizando, o Sr. Presidente informou que o assunto não está cercado por nenhum  tipo de sigilo, e que será  colocado tempestivamente nas discussão das próximas reuniões: Além disso, fazem parte da Comissão pessoas que são profundas conhecedoras dos problemas da região, e que são do conhecimento desde Conselho, a exemplo do Diretor Presidente da CDP e do anterior Presidente deste CAP,  estando o assunto suficientemente esclarecido.                            

 

 

5  -

ENCERRAMENTO DOS TRABALHOS

      Ao encerrar  os trabalhos, o Sr. Presidente agradeceu a presença de  todos, e informou que a próxima reunião realizar-se-á no dia 04.4.2002,  nada mais havendo a tratar eu, DÉBORA SALES LOBATO, lavrei a presente Ata, que lida e aprovada, foi  assinada por mim e pelos Conselheiros. Belém, 07 de março  de 2002.

 

 

 

 

 MARTINHO CÂNDIDO VELLOSO DOS SANTOS

 Presidente

 

 

 

ELÓI PORTELA NUNES SOBRINHO

Membro

 

 

 

JOÃO TERTULIANO ALMEIDA LINS NETO

Membro

 

 

 

CARLOS ACATAUASSÚ NUNES

Membro

 

 

 

JOSÉ ERIVALDO DA SILVA FILHO

Membro

 

 

 

MARCELINO CAVALCANTE SILVA NETO

Membro

 

 

 

OLÍVIO SOUZA COSTA

Membro

 

 

 

SEBASTIÃO LÚCIO BENEVIDES ARAÚJO

Membro

 

 

 

EDIVALDO DO NASCIMENTO BATALHA

Membro

 

 

 

EDVALDO MELO SOUZA

Membro

 

 

 

GABRIEL DA SILVEIRA GASPARETTO

Membro

 

 

 

DEMORVAN JAIME TOMEDI

Membro

 

 

 

DANILO OLIVO CARLOTTO REMOR

Membro

 

 

 

ELIAS SALAME DA SILVA

Membro

 

 

 

ROBERTO SEIXAS SIMÕES

Membro